Correio de Carajás

O calvário do Oratório

É muito fácil apontar o dedo para o Oratório-AP e chamar o time de fraco, mas é preciso entender o terrível contexto no qual o time amapaense está inserido. O ambiente para quem quer trabalhar ali não é dos melhores. Recentemente o capitão Marcão reclamou publicamente da falta de compromisso de alguns colegas de trabalho. Agora, no fim do jogo contra o Águia, o treinador Thiago Eduardo (foto) revelou à Imprensa que seu goleiro reserva e outro jogador foram flagrados com bebida alcoólica no quarto do hotel.

Só quatro no banco

O treinador cortou os dois atletas da partida e, com isso, foi ao Zinho Oliveira sem goleiro reserva e com apenas quatro jogadores no banco, pois já tinha viajado a Marabá só com 17 atletas. O técnico disse que, mesmo prejudicado, não se arrepende da decisão, pois o time paga os atletas em dia e trabalha sério, não podendo admitir essse tipo de conduta. E assim o Oratório segue seu calvário nesta Série D, que deve durar só até a décima rodada.

Leia mais:

O que acontece com a Tuna?

A Tuna vencia o Tocantinópolis por 2×0 até os 80 minutos de partida e conseguiu sofrer a virada. Foram três gols em 10 minutos. Inadmissível! Com isso, a situação da Águia do Souza ficou complicada na tabela de classificação. O time ainda está no G-4, mas apenas por uma questão de saldo de gols. Caso perca ou empate o próximo jogo contra o Águia, a Tuna pode muito bem sair da zona de classificação.

 

Observação: As opiniões contidas nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do CORREIO DE CARAJÁS.