Quando o Instagram do Portal Correio de Carajás virou o marcador dos 200 mil seguidores, alguém, em algum canto da redação, provavelmente estava com um celular numa mão, um card aberto na outra e um lanchinho estrategicamente posicionado ao lado do teclado. Sim, ela mesma: Tais Oliveira, a social media júnior que chegou por último, mas entrou como quem já morava na casa.
Dizem que os últimos sempre chegam para completar o time. No caso da Tais, foi mais que isso. Ela chegou para fortalecer, organizar o caos criativo e provar que social media não é só “quem posta”, mas quem transforma notícia em arte, informação em conversa e reportagem em experiência digital.
Entre cortes de vídeo que parecem filme, cards que quase falam sozinhos, stories que contam histórias inteiras e reels que fazem a audiência parar de rolar a tela, lá está ela, ao lado do incansável Jeferson, fazendo o conteúdo chegar exatamente onde o povo está: no celular, no ônibus, no sofá e até na fila da padaria.
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Trabalha quando precisa. E quando não precisa também. Finais de semana? Plantão. Horários estranhos? Sem problema. Deslocamentos nada convencionais? Bora. Tudo isso sempre movida por sua filosofia de vida profissional: “alimente seu dragão”. E o dragão, convenhamos, vive com fome. É um lanche atrás do outro, porque criatividade, segundo ela, funciona melhor bem alimentada.
Folga existe? Existe. Mas nunca em pacote econômico: várias de uma vez só, como quem compra promoção no supermercado.
Esses 200 mil seguidores também têm gosto de salgadinho, cheiro de café e muito dedo rápido da Tais. Têm dedicação, bom humor e uma entrega que faz diferença todos os dias.
Parabéns, Tais Oliveira. Que venham mais seguidores, mais lanches e muitas histórias digitais bem contadas pelo Correio.
Aceita um pão de queijo recheado com carne seca, aí?
* O autor é jornalista, chefinho da Tais e um alimentador de seu dragão. Publica crônica às quintas, mas abriu uma exceção especial para ela hoje
Observação: As opiniões contidas nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do CORREIO DE CARAJÁS.
