Correio de Carajás

Unifesspa e IFPA discutem saberes

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De 21 a 24 de novembro a Unifesspa (Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará) recebe a IV Semana Pan-Amazônica em Marabá. O evento que tem como temática ‘Diálogo Intercultural e Resistência Epistêmica nas Amazônias’ congrega as áreas de Letras, Artes e Ciências Sociais e promove palestras, oficinas e mesas redondas. As inscrições são abertas ao público e podem ser feitas até o dia 20 deste mês.

“Nós vamos abrir a programação no dia 21, com a presença da Ana Pizarro, um grande nome da América Latina. É uma professora chilena e escritora de expressão na área das ciências sociais. Ela vai fazer a palestra de abertura que vai ocorrer na Câmara Municipal”, contou Carlos André da Costa Souza, professor da rede municipal e colaborador na assessoria de comunicação do evento.

A Semana Pan-Amazônica ainda contará com simpósios, apresentação de trabalhos e atividades culturais no município. “É importante ressaltar que não é só para a comunidade acadêmica, mas para todo mundo que queira participar e que tenha curiosidade e vontade de entender”, destacou a professora de História do IFPA (Instituto Federal do Pará – Campus Industrial Marabá), Maria da Conceição da Silva Rodrigues, que também apoia o evento.

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No entanto, ela acrescentou que estudantes e professores da universidade devem dar importância à iniciativa, uma vez que é um evento internacional e conta muito para o currículo. “Você ter participação em evento internacional, sempre dá uma alavancada no currículo”, declarou, dizendo ainda disse que este momento em que o país e o mundo vivem, falar de Amazônia é extremamente relevante.

“A Amazônia corre perigo, se a gente pensar do ponto de vista político, geopolítico e estratégico. Perigos que as pessoas, às vezes, tentam levar como teoria da conspiração. Mas não, a gente tem que se apropriar da Amazônia para poder entender o nosso papel social na proteção desse território”, avalia Maria da Conceição. 

Para Carlos André, a oportunidade permitirá a exposição de trabalhos sobre a Amazônia e a troca de experiências entre professores, alunos e participantes. “Cada curso tem a sua área de interesse e lá as pessoas vão poder mostrar o que elas estão produzindo, o que é na verdade o grande mote de quem está fazendo a universidade. Então, por exemplo, na área de artes, eles estão desenvolvendo um trabalho muito legal com escultura. Será a oportunidade deles mostrarem para a comunidade inteira o que é gerado em termos de conhecimento no ambiente acadêmico”, explica.

 (Nathália Viegas)

 

De 21 a 24 de novembro a Unifesspa (Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará) recebe a IV Semana Pan-Amazônica em Marabá. O evento que tem como temática ‘Diálogo Intercultural e Resistência Epistêmica nas Amazônias’ congrega as áreas de Letras, Artes e Ciências Sociais e promove palestras, oficinas e mesas redondas. As inscrições são abertas ao público e podem ser feitas até o dia 20 deste mês.

“Nós vamos abrir a programação no dia 21, com a presença da Ana Pizarro, um grande nome da América Latina. É uma professora chilena e escritora de expressão na área das ciências sociais. Ela vai fazer a palestra de abertura que vai ocorrer na Câmara Municipal”, contou Carlos André da Costa Souza, professor da rede municipal e colaborador na assessoria de comunicação do evento.

A Semana Pan-Amazônica ainda contará com simpósios, apresentação de trabalhos e atividades culturais no município. “É importante ressaltar que não é só para a comunidade acadêmica, mas para todo mundo que queira participar e que tenha curiosidade e vontade de entender”, destacou a professora de História do IFPA (Instituto Federal do Pará – Campus Industrial Marabá), Maria da Conceição da Silva Rodrigues, que também apoia o evento.

No entanto, ela acrescentou que estudantes e professores da universidade devem dar importância à iniciativa, uma vez que é um evento internacional e conta muito para o currículo. “Você ter participação em evento internacional, sempre dá uma alavancada no currículo”, declarou, dizendo ainda disse que este momento em que o país e o mundo vivem, falar de Amazônia é extremamente relevante.

“A Amazônia corre perigo, se a gente pensar do ponto de vista político, geopolítico e estratégico. Perigos que as pessoas, às vezes, tentam levar como teoria da conspiração. Mas não, a gente tem que se apropriar da Amazônia para poder entender o nosso papel social na proteção desse território”, avalia Maria da Conceição. 

Para Carlos André, a oportunidade permitirá a exposição de trabalhos sobre a Amazônia e a troca de experiências entre professores, alunos e participantes. “Cada curso tem a sua área de interesse e lá as pessoas vão poder mostrar o que elas estão produzindo, o que é na verdade o grande mote de quem está fazendo a universidade. Então, por exemplo, na área de artes, eles estão desenvolvendo um trabalho muito legal com escultura. Será a oportunidade deles mostrarem para a comunidade inteira o que é gerado em termos de conhecimento no ambiente acadêmico”, explica.

 (Nathália Viegas)

 

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