Correio de Carajás

Retalhada a facão e orelha cortada

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Elinalva Alves Carvalho, de 40 anos, escapou por pouco da morte após um ataque de fúria do companheiro dela, de prenome Joilson, conhecido como Negão da Foice, de 38 anos. Elinalva foi agredida com diversos golpes de facão, um deles decepou a orelha esquerda dela.

O caso aconteceu na tarde do último sábado (30) na casa onde casal vivia, na Vila Estrela Dalva, na localidade de Alto Bonito, no município de Marabá. Elinalva foi socorrida por um conhecido dela, que a levou para o Hospital Municipal de Parauapebas, que fica mais próximo da localidade, do que de Marabá.

Ela esteve ontem (4) na 20ª Seccional de Polícia, depois de ter alta do hospital, para registrar ocorrência contra Negão da Foice, que estaria escondido na Vila Valetim Serra. Após receber a informação, a delegada Ana Carolina, titular da Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher (DEAM), acompanhada dos investigadores Sérgio e Fátima, foi até a localidade, mas não conseguiu localizar o acusado.

Leia mais:

O caso foi repassado ao Destacamento da Polícia Militar da Vila Alto Bonito, para que ajude a localizar Negão da Foice, que é perigoso e tem várias passagens pela polícia, sendo temido naquela localidade. Elinalva conta que estava vivendo com e ele havia quatro meses e, de início, não sabia que ele era perigoso.

“Ninguém me falou da fama dele, só depois que já estava morando com ele foi que soube que já tinha passagens pela polícia”, garante a mulher, dizendo que o companheiro gosta de beber e usar droga.

Ela relata que sábado, quando ele chegou em casa, estava completamente transtornado. Ele teria tentado incendiar a própria moto, mas ela conseguiu apagar o fogo, jogando um balde água no veículo.

Irado porque ela não deixou a moto pegar fogo, foi atrás dela, que se escondeu no quarto, e passou a agredi-la com golpes de facão. Para sua sorte, passou uma moto na hora em frente à casa deles.

Talvez pensando que a pessoa ouviu os gritos dela, ele a largou e correu para o mato. Nessa hora ela conseguiu sair da casa e foi para a beira da estrada, onde um conhecido a viu (lavada de sangue) e a socorreu.

Elinalva observa que Negão da Foice ainda tentou voltar para “concluir o serviço”, mas ao ver o movimento, voltou a se esconder no mato. (Tina Santos com informações de Ronaldo Modesto)

Elinalva Alves Carvalho, de 40 anos, escapou por pouco da morte após um ataque de fúria do companheiro dela, de prenome Joilson, conhecido como Negão da Foice, de 38 anos. Elinalva foi agredida com diversos golpes de facão, um deles decepou a orelha esquerda dela.

O caso aconteceu na tarde do último sábado (30) na casa onde casal vivia, na Vila Estrela Dalva, na localidade de Alto Bonito, no município de Marabá. Elinalva foi socorrida por um conhecido dela, que a levou para o Hospital Municipal de Parauapebas, que fica mais próximo da localidade, do que de Marabá.

Ela esteve ontem (4) na 20ª Seccional de Polícia, depois de ter alta do hospital, para registrar ocorrência contra Negão da Foice, que estaria escondido na Vila Valetim Serra. Após receber a informação, a delegada Ana Carolina, titular da Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher (DEAM), acompanhada dos investigadores Sérgio e Fátima, foi até a localidade, mas não conseguiu localizar o acusado.

O caso foi repassado ao Destacamento da Polícia Militar da Vila Alto Bonito, para que ajude a localizar Negão da Foice, que é perigoso e tem várias passagens pela polícia, sendo temido naquela localidade. Elinalva conta que estava vivendo com e ele havia quatro meses e, de início, não sabia que ele era perigoso.

“Ninguém me falou da fama dele, só depois que já estava morando com ele foi que soube que já tinha passagens pela polícia”, garante a mulher, dizendo que o companheiro gosta de beber e usar droga.

Ela relata que sábado, quando ele chegou em casa, estava completamente transtornado. Ele teria tentado incendiar a própria moto, mas ela conseguiu apagar o fogo, jogando um balde água no veículo.

Irado porque ela não deixou a moto pegar fogo, foi atrás dela, que se escondeu no quarto, e passou a agredi-la com golpes de facão. Para sua sorte, passou uma moto na hora em frente à casa deles.

Talvez pensando que a pessoa ouviu os gritos dela, ele a largou e correu para o mato. Nessa hora ela conseguiu sair da casa e foi para a beira da estrada, onde um conhecido a viu (lavada de sangue) e a socorreu.

Elinalva observa que Negão da Foice ainda tentou voltar para “concluir o serviço”, mas ao ver o movimento, voltou a se esconder no mato. (Tina Santos com informações de Ronaldo Modesto)

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