Arthur Henrique foi assassinado a tiros em uma das esquinas mais movimentadas de Jacundá/ Foto: reprodução

O delegado Sérgio Máximo designou os investigadores Raphael e Israel para atuar no caso da morte do jovem Arthur Henrique Silva Barroso, 19 anos de idade, vítima de tiros na noite da última quinta-feira, 11, na Rua 14 de Maio, Bairro Boa Esperança. A vítima morreu enquanto era encaminhada em estado grave para o Hospital Regional de Tucuruí (HRT). O corpo do jovem deu entrada às7h10 da manhã de ontem (12) no Instituto Médico Legal (IML) de Marabá, onde foi necropsiado e entregue aos familiares.

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Conforme o que foi levantado até o momento pela polícia, o “modus operandi” dos atiradores tem a mesma característica dos crimes de homicídios praticados na região. Dois homens em uma moto se aproximaram de Arthur. O condutor permaneceu com o veículo em funcionamento enquanto o da garupa desceu e chegou perto da vítima, que estava ao lado de amigos na esquina da Rua 14 com a Avenida Cristo Rei. “Foram mais de três tiros. Tava aqui sentado quando me espantei com o pipocos”, disse uma testemunha que pediu para não ser identificada.

Após a vítima cair na pista, os dois homens saíram do local sem ser identificados. Em seguida foi acionada uma equipe de socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). A princípio, Arthur foi conduzido ao Hospital Municipal de Jacundá, onde os médicos fizeram uma avaliação preliminar do estado de saúde da vítima, e diante da gravidade dos ferimentos Arthur foi encaminhado para o Hospital Regional de Tucuruí. Mas ele morreu antes de chegar à cidade de Goianésia do Pará, que fica distante 75 quilômetros de Jacundá.

Agora a Polícia Civil junta as pistas para tentar identificar os criminosos. É possível que o assassinato tenha a ver com a vida pregressa da vítima. Há pouco mais de um ano Arthur foi preso com mais dois comparsas. O trio estava com vários aparelhos celulares roubados. Atualmente ele respondia ao crime em liberdade. “A nossa equipe está na rua apurando esse homicídio”, se reservou o delegado. (Antonio Barroso/Freelancer)

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