Correio de Carajás

Para voltar à elite, Paragominas tenta derrubar o Águia

Paragominas tenta provar ilegalidade de Guga, do Águia, e Hatos, para se manter no Parazão 2023

Julgamento é adiado novamente no TJD-PA. Equipe que ingressou com ação tenta se manter viva no Parazão 2022

Com a falta de resultados dentro de campo, muitas equipes procuram irregularidades nos demais times que disputam um torneio de futebol para tentar evitar o rebaixamento.

Após ter sido rebaixado para a segunda divisão do futebol regional, o Paragominas segue tentando na justiça provar as irregularidades em Águia de Marabá e Bragantino, e, com isso, se manter na elite estadual no ano de 2023.

Na noite da última segunda-feira (23), o caso envolvendo os atletas Hatos e Guga, que culminou com a paralisação do Campeonato Paraense, ainda nas quartas-de-final, esteve novamente na pauta do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-PA). Entretanto, a pedido do departamento jurídico do Paragominas, no qual hoje está à frente o advogado carioca, Marcelo Jucá, a audiência foi novamente adiada.

O assunto voltou a esfera judicial paraense, após o Jacaré ter sido atendido no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), com um “recurso involuntário”, no último mês de abril, para que o caso fosse reaberto, como destacou o advogado e especialista em direito desportivo, André Cavalcante. “A decisão apenas manda julgar a referida denúncia. A decisão do STJD é apenas para apreciação e julgamento da denúncia originada pela notícia de infração do Paragominas”, disse.

Procurado pela reportagem, o presidente do Paragominas, Paulo Toscano, informa detalhes: “Eles (auditores do TJD), não querem julgar o processo dos atletas (Hatos e Guga), e o (Marcelo) Jucá quer que o julgamento seja realizado. Então nós estamos na expectativa. A audiência ficou remarcada para acontecer na próxima segunda-feira, e eu estarei presente”, declarou.

ENTENDA

Caso o Paragominas obtenha vitória na justiça, será evitada sua queda para a Segundinha do Parazão e joga o Bragantino para a zona do rebaixamento. Em decorrência da irregularidade do meio-campista Hatos, o Tubarão perderia todos os seus pontos obtidos em campo e se juntaria ao Amazônia Independente, que jogam a Segunda Divisão, em 2023.

Outro clube que pode ser punido é o Águia de Marabá. O Azulão perderia sete pontos pela irregularidade do jogador Guga e, com isso, ficaria com 11 dos 19 pontos somados, em todo o campeonato. Isso tiraria a vaga do clube no Campeonato Brasileiro da Série D, que cairia no colo do Castanhal, 5º colocado, com 14 pontos. (Fonte: Dol)

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