Correio de Carajás

Ministério da Saúde faz pesquisa sobre situação vacinal das crianças

Foto: Marcelo Camargo
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O Ministério da Saúde entrevistará cerca de 23 mil pais e mães para identificar e entender as principais dificuldades para o cumprimento do calendário de vacinação. Desde o início de dezembro estão sendo entrevistadas famílias selecionadas para a pesquisa que tenham crianças nascidas em 2017.  

O estudo está sendo realizado em 19 estados e no Distrito Federal até o dia 30 de dezembro.

De acordo com a pasta, o entrevistador irá fotografar a caderneta de vacinação da criança para identificar as vacinas que as crianças já receberam ou não. 

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A pesquisa estimará as coberturas vacinais relativas à BCG, hepatite B, poliomielite, pentavalente, rotavirus humano, febre amarela, meningocócica C conjugada, pneumocócica 10 valente conjugada, influenza, hepatite A, tríplice viral, varicela e reforço para DPT e poliomielite.

O levantamento vai apontar interferências das condições de vida na cobertura vacinal, avaliar as diferenças entre a cobertura estimada pelos inquéritos e os dados administrativos obtidos pelo sistema de informação do Programa Nacional de Imunizações (PNI). 

Outra meta é obter a estimativa da cobertura vacinal para o esquema completo e para cada vacina incluída no calendário do PNI para crianças aos 12, 18 e aos 24 meses de idade, o acesso ao serviço de vacinação e a adesão em crianças até os 24 meses de idade.

A partir dos resultados do estudo, o Ministério da Saúde poderá definir novas estratégias que possibilitem melhorar o acesso à vacinação das crianças. 

Identificação

O ministério alerta que as entrevistas são realizadas por profissionais identificados com camiseta e crachá, portando um tablet para fazer a entrevista e fotografar a caderneta de vacinação. As crianças são visitadas em sua residência para a análise de sua situação vacinal, estrato social e compartilhamento das dificuldades para o cumprimento do calendário de vacinação. O tempo estimado da entrevista varia de 20 a 30 minutos. Os entrevistadores não coletam dados pessoais como número do CPF ou dados bancários.

A pesquisa está sendo realizada em Belém, Rio Branco, Macapá, Palmas, João Pessoa, São Luiz, Fortaleza, Natal, Teresina, Recife, Maceió, Aracaju, Rio de Janeiro, Vitória, Belo Horizonte, Florianópolis, Curitiba, Campo Grande, Cuiabá e Brasília. (Agência Brasil)

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