Correio de Carajás

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República Federativa do Fiu-Fiu até em Marabá?

Tem gente que entra em grupo de WhatsApp para discutir política, vender bolo no pote ou compartilhar corrente de oração. Mas o brasileiro, esse organismo imprevisível criado à base de café forte, boleto e calor, resolveu inovar: agora há grupos inteiros compostos exclusivamente por assobios. Não é metáfora. É literalmente um monte de gente mandando

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O calvário do Oratório

É muito fácil apontar o dedo para o Oratório-AP e chamar o time de fraco, mas é preciso entender o terrível contexto no qual o time amapaense está inserido. O ambiente para quem quer trabalhar ali não é dos melhores. Recentemente o capitão Marcão reclamou publicamente da falta de compromisso de alguns colegas de trabalho.

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Mari Hipólito, mulher sorrindo com cabelo cacheado, segurando um livro, para a Coluna do Clube da Palavra.

O que a obra “O Mulato”, de Aluísio de Azevedo, ainda diz sobre o racismo?

Na semana em que comemoram – se os 138 anos da abolição da escravatura no Brasil – 13 de maio de 1888 – trago um clássico da literatura brasileira, “O MULATO” (1881), do escritor maranhense Aluísio Azevedo, uma obra que não foi indiferente ao seu contexto histórico – pré-abolição. O romance põe no centro um

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O fim da Escala 6×1: A aritmética que o patrão prefere não fazer

Toda vez que uma proposta de redução da jornada de trabalho avança no Brasil, o mesmo ritual se repete. Economistas de plantão convocam o fantasma do desemprego. Senadores do “Arenão” (uma alusão à Arena, o partido de sustentação da ditadura militar (1964–1985), e sugere que um conjunto de legendas, chamadas de “Centrão”, herdou a lógica

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