Entre poças, mangueiras e bocejos de janeiro
A chuva em Marabá não cai. Ela visita. Chega devagar, como quem pede licença à quentura antiga do asfalto da Transamazônica, estala nos telhados de eternit da Cidade Nova, corre ligeira pelas valetas da Nova Marabá e vai se aninhando nas poças que brotam nos quintais como espelhos improvisados do céu cinzento. E toda vez […]
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