Correio de Carajás

Bolsonaro diz que abrirá inquérito contra Luis Miranda

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fala com jornalistas em Sorocaba (SP) Foto: Reprodução/CNN Brasil
Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fala com jornalistas em Sorocaba (SP) Foto: Reprodução/CNN Brasil
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O presidente negou as supostas irregularidades na compra da vacina Covaxin; Miranda e o irmão depõem nesta sexta-feira (25) na CPI da Pandemia

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que abrirá inquérito contra o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF). Bolsonaro negou as supostas irregularidades apontadas por Miranda e seu irmão, servidor do Ministério da Saúde, sobre a compra da vacina Covaxin.

“Lógico que abrirei inquérito [contra as alegações feitas por Miranda]”, disse nesta sexta-feira (25). “Olha a vida pregressa dele [Luis Miranda]”, completou o presidente. O parlamentar e o irmão dele depõem hoje, a partir das 14 horas, na CPI da Pandemia. 

Ao ser questionado sobre a vacina Covaxin, Bolsonaro afirmou que a vacina não foi comprada e que o documento apresentado por Miranda estava errado. “Foi comprada a vacina? Teve um documento, pelo que fiquei sabendo, que estava errado, faltava um zero lá e foi corrigido no dia seguinte”, disse.

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“Vocês querem imputar em mim um crime de corrupção que não foi gasto um centavo. Estamos há dois anos e meio sem corrupção, a CGU [Controladoria Geral da União] funciona, vamos atrás de resolver o problema antes que ele ocorra”, disse Bolsonaro a jornalistas na cidade de Sorocaba, no interior de São Paulo, onde participação da inauguração de um centro tecnológico.

Bolsonaro afirmou ainda que não houve superfaturamento no contrato de compra dos imunizantes. “Tem algum recibo meu pra ele? Foi consumado o ato? Foi retificado.” Segundo o presidente “qualquer cego” veria um superfaturamento de 1.000%.

“Pelo que me consta, não há nada de errado no contrato. Nã foi gasto um centavo com a Covaxin, vocês que querem me julgar por corrupção, vocês vão se dar mal. Eu sou incorruptível”, disse. Ele ainda afirmou que consultará o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, sobre a Covaxin.

 

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