Foi preciso perder meu pai pra achar minhas palavras
Mesmo sem saber, a primeira crônica que escrevi nasceu depois da morte de meu pai, Francisco Pompeu, em fevereiro de 1993. Naquele tempo, eu não sabia que aquilo era uma crônica. Achava que havia escrito uma notícia em forma de homenagem. Hoje, mais de três décadas depois, olhando para aquelas linhas com os olhos de […]
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