Correio de Carajás

Agricultura familiar e viveiro são o foco da Seagri

Mais de 130 famílias que vivem na zona rural receberam a visita da Secretaria Municipal de Agricultura de Marabá neste ano para preparação do solo destinado a agricultura familiar. De acordo com o secretário municipal, Francisco Adailton, ainda há mais 251 famílias aguardando o serviço que é feito em vilas, projetos de assentamento e escolas agrícolas. “Estamos desenvolvendo o projeto de mecanização na zona rural e ao todo já foram efetuados 206.8 hectares de mecanização, além dos pedidos que estamos tentando viabilizar”, comenta.

Ele destaca que na passagem de governo, no início deste ano, o órgão foi encontrado sucateado, mas aos poucos está sendo reorganizado. “Está funcionando, ainda não da maneira que a gente deseja, mas já apresenta progresso. Hoje já temos um viveiro que funciona, com 60 mil mudas prontas, e o preparo de solo para agricultura familiar”.

Este serviço é realizado por meio de solicitação da família que deseja recebê-lo. A partir disso, técnicos da Seagri vão ao local verificar a área e depois, se for possível a mecanização, são encaminhadas as máquinas destinadas ao trabalho.

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“Esse pessoal usa a área gradeada para plantação de milho, de mandioca, de açaí. Não gradeamentos terra para plantação de capim, por exemplo, porque isso quem faz são os produtores maiores, no caso da pecuária, mas estes se viram por conta própria. Nós tentamos viabilizar a agricultura familiar, que é a pequena produção, esta que vem para as feiras. Vem a galinha que consome esse milho plantado, vem a farinha da mandioca, vem a macaxeira in natura”, explica.

De acordo com ele, ainda há parte do maquinário da prefeitura baixado, o que a Seagri está tentando resolver. “Não conseguimos levantar ainda todo o maquinário, mas já temos seis tratores trabalhando e conseguindo operacionalizar esse setor. A Prefeitura Municipal já ajeitou três, estamos com pedido para ajeitar mais duas, tentando parceria para a gente tentar ajeitar mais duas e há emendas parlamentares aguardando liberação para a gente receber maquinário novo, ainda não chegou nada neste sentido”, destaca.

Um dos motivos de orgulho da secretaria nessa reorganização é o viveiro de mudas que foi reaberto. Atualmente diz, há mudas de reflorestamento e comerciais, como açaí, cupuaçu, cajá, buriti, goiaba e laranja. “Apesar das dificuldades que enfrentamos, a mudança mais significativa foi viabilizar o viveiro. Ele é fundamental para você poder urbanizar uma cidade e ajeitar a região. Não tem como fazer isso se não tem um setor de muda funcionando”.

Segundo ele, foram necessários poucos recursos e essencialmente mão de obra para a revitalização. “A gente precisava mais era de organização de funcionário, demos incentivo e conseguimos fazer com que eles trabalhassem os dois períodos. Antes eles trabalhavam meio expediente porque não possuíam alguns benefícios que hoje eles têm. Essa mudança melhorou muito a situação”.

A Prefeitura Municipal não comercializa as mudas, mas faz doação bastando ser realizada a solicitação. “Quando é pessoa que tem mais condições e vê a dificuldade é normal ajudar a gente com calcário, terra preta, adubo ou sacos em troca das mudas. A gente precisa de tudo. Quem quiser muda só precisa fazer a solicitação e a gente doa, a gente se preocupa muito com o reflorestamento”, finalizou.

A Seagri conta com a atuação estagiários de universidades e faculdades de Marabá em cursos ligados à agricultura, como agronomia, por exemplo. Atualmente são aproximadamente 20 estudantes ligados ao órgão. “Eles fazem estágio principalmente na parte de viveiro de mudas e é bom para eles que aqui têm contato direto com a prática daquilo que eles aprendem na teoria”, finalizou. (Luciana Marschall com informações de Josseli Carvalho)

 

Mais de 130 famílias que vivem na zona rural receberam a visita da Secretaria Municipal de Agricultura de Marabá neste ano para preparação do solo destinado a agricultura familiar. De acordo com o secretário municipal, Francisco Adailton, ainda há mais 251 famílias aguardando o serviço que é feito em vilas, projetos de assentamento e escolas agrícolas. “Estamos desenvolvendo o projeto de mecanização na zona rural e ao todo já foram efetuados 206.8 hectares de mecanização, além dos pedidos que estamos tentando viabilizar”, comenta.

Ele destaca que na passagem de governo, no início deste ano, o órgão foi encontrado sucateado, mas aos poucos está sendo reorganizado. “Está funcionando, ainda não da maneira que a gente deseja, mas já apresenta progresso. Hoje já temos um viveiro que funciona, com 60 mil mudas prontas, e o preparo de solo para agricultura familiar”.

Este serviço é realizado por meio de solicitação da família que deseja recebê-lo. A partir disso, técnicos da Seagri vão ao local verificar a área e depois, se for possível a mecanização, são encaminhadas as máquinas destinadas ao trabalho.

“Esse pessoal usa a área gradeada para plantação de milho, de mandioca, de açaí. Não gradeamentos terra para plantação de capim, por exemplo, porque isso quem faz são os produtores maiores, no caso da pecuária, mas estes se viram por conta própria. Nós tentamos viabilizar a agricultura familiar, que é a pequena produção, esta que vem para as feiras. Vem a galinha que consome esse milho plantado, vem a farinha da mandioca, vem a macaxeira in natura”, explica.

De acordo com ele, ainda há parte do maquinário da prefeitura baixado, o que a Seagri está tentando resolver. “Não conseguimos levantar ainda todo o maquinário, mas já temos seis tratores trabalhando e conseguindo operacionalizar esse setor. A Prefeitura Municipal já ajeitou três, estamos com pedido para ajeitar mais duas, tentando parceria para a gente tentar ajeitar mais duas e há emendas parlamentares aguardando liberação para a gente receber maquinário novo, ainda não chegou nada neste sentido”, destaca.

Um dos motivos de orgulho da secretaria nessa reorganização é o viveiro de mudas que foi reaberto. Atualmente diz, há mudas de reflorestamento e comerciais, como açaí, cupuaçu, cajá, buriti, goiaba e laranja. “Apesar das dificuldades que enfrentamos, a mudança mais significativa foi viabilizar o viveiro. Ele é fundamental para você poder urbanizar uma cidade e ajeitar a região. Não tem como fazer isso se não tem um setor de muda funcionando”.

Segundo ele, foram necessários poucos recursos e essencialmente mão de obra para a revitalização. “A gente precisava mais era de organização de funcionário, demos incentivo e conseguimos fazer com que eles trabalhassem os dois períodos. Antes eles trabalhavam meio expediente porque não possuíam alguns benefícios que hoje eles têm. Essa mudança melhorou muito a situação”.

A Prefeitura Municipal não comercializa as mudas, mas faz doação bastando ser realizada a solicitação. “Quando é pessoa que tem mais condições e vê a dificuldade é normal ajudar a gente com calcário, terra preta, adubo ou sacos em troca das mudas. A gente precisa de tudo. Quem quiser muda só precisa fazer a solicitação e a gente doa, a gente se preocupa muito com o reflorestamento”, finalizou.

A Seagri conta com a atuação estagiários de universidades e faculdades de Marabá em cursos ligados à agricultura, como agronomia, por exemplo. Atualmente são aproximadamente 20 estudantes ligados ao órgão. “Eles fazem estágio principalmente na parte de viveiro de mudas e é bom para eles que aqui têm contato direto com a prática daquilo que eles aprendem na teoria”, finalizou. (Luciana Marschall com informações de Josseli Carvalho)

 

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