Campanha Agosto Lilás segue até o dia 1º de setembro / Foto: Ascom PMP
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Segue até o dia 1º de setembro a programação da Campanha Agosto Lilás, de combate e prevenção da violência contra as mulheres. A campanha foi iniciada na última quarta-feira, 7, com uma palestra para os estudantes do Instituto Federal do Pará (IFPA).

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A programação, que é coordenada pela Secretaria Municipal da Mulher (Semmu), é realizada anualmente no mês de agosto, em alusão à sanção da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006) que este ano completa 13 anos. Além de promover ações de enfrentamento à violência doméstica contra a mulher, a campanha busca chamar a atenção da sociedade para os direitos das mulheres e divulgar a rede de atendimento da Semmu.

Segundo a secretária da Mulher, Ângela Silva, a Semmu desenvolve ações voltadas para o público feminino durante todo ano e intensifica no Agosto Lilás.  “Teremos uma vasta programação para levar conhecimento para a sociedade acerca dos direitos das mulheres, os tipos de agressões que as mulheres vivem e quais leis a protege. Também teremos uma panfletagem diretamente para os homens, além de palestras nas escolas, debates, roda de conversa, blitzes e a olimpíada das mulheres, na zona urbana e rural do município”, informou Ângela Silva.

A programação também conta com a participação de toda rede de proteção à mulher no município. De acordo com a delegada Ana Carolina Carneiro, titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher em Parauapebas (Deam), a Lei Maria da Penha é uma das leis mais importantes que existem do ordenamento jurídico em termos de proteção à mulher.

“É preciso entender as formas de violência, são elas: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. A lei se aplica para relações íntimas de afeto, aplica-se no ambiente doméstico familiar e inclui até república de estudantes, patrão e empregada, não precisa morar na mesma casa”, explicou a delegada, informando que em Parauapebas, para denunciar, as pessoas podem procurar a Delegacia da Mulher, ligar nos números 181 e 190 e ainda procurar um dos órgãos da rede municipal de proteção. (Tina Santos)

 

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