O torcedor que viu o surgimento do “menino Ney”, em meados de 2009, e depois viu o desabrochar de sua carreira, sentiu um acréscimo de estima por torcer pela Seleção Brasileira. Mas chegamos a 2026 e Neymar – por mais genial que tenha sido – não conquistou nenhuma Copa pelo Brasil. É bem verdade que lhe faltaram companheiros à altura. Se tivesse nascido nos anos 80/90, talvez a camisa da “amarelinha” tivesse hoje seis estrelas no peito. Mas é verdade também que ele se perdeu em meio a tanto dinheiro e lesões na carreira. Foram escolhas questionáveis e pouco profissionalismo. É o maior artilheiro da história da Seleção Brasileira, mas vai encerrar sua carreira sem vencer uma Copa do Mundo. E o torcedor precisa aceitar isso. Assim é o futebol: cruel como a vida!
Roteiro de decadência
É incrível como Neymar segue o roteiro de decadência que marca a vida de muitos outros bons jogadores: irritação com companheiros e discussão com torcedores. Caso mantenha esse comportamento, pode perder o prestígio que ainda tem entre muitos torcedores. E, ao que parece, já está perdendo.
Leia mais:

Observação: As opiniões contidas nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do CORREIO DE CARAJÁS.

