Correio de Carajás

Desemprego fica em 5,8% no trimestre terminado em fevereiro, diz IBGE

O resultado representa uma alta em relação ao trimestre anterior, encerrado em novembro de 2025 (5,2%), e representa uma queda de 1 ponto percentual na comparação com o mesmo período do ano passado, quando a taxa era de 6,8%.

Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) azul sendo manuseada.
Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil
✏️ Atualizado em 27/03/2026 09h46

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado representa uma alta em relação ao trimestre anterior, encerrado em novembro de 2025 (5,2%), e representa uma queda de 1 ponto percentual na comparação com o mesmo período do ano passado, quando a taxa era de 6,8%.

Sergundo o IBGE, 6,2 milhões de pessoas buscaram trabalho sem sucesso no trimestre, 600 mil a mais do que o trimestre encerrado em janeiro. Mesmo assim, a taxa é a menor para um trimestre encerrado em fevereiro desde o início da série histórica em 2012.

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Já o rendimento real habitual de todos os trabalhos, que atinge novamente patamar recorde, chegando a R$ 3.679, aumento de 2,0% no trimestre e de 5,2% no ano.

Veja os destaques da pesquisa:

  • Taxa de desocupação: 5,8%
  • Taxa de subutilização: 14,1%
  • População desocupada: 6,2 milhões
  • População ocupada: 102,1 milhões
  • População fora da força de trabalho: 66,6 milhões
  • População desalentada: 2,7 milhões
  • Empregados com carteira assinada: 39,2 milhões
  • Empregados sem carteira assinada: 13,3 milhões
  • Trabalhadores por conta própria: 26,1 milhões
  • Trabalhadores informais: 38,3 milhões

 

Segundo o instituto, a população ocupada chegou a 102,1 milhões. O total representa uma queda de 0,8% no trimestre anterior, com 874 mil pessoas e menos no mercado de trabalho.

Com isso, o nível de ocupação — que mede a parcela da população em idade de trabalhar que está empregada — ficou em 58,4%, com queda de 0,6 no trimestre (59,0%) 0,4 acima do registrado um ano antes.

A população subocupada por insuficiência de horas — pessoas que trabalham menos do que gostariam — somava 4,4 milhões no trimestre encerrado em fevereiro, praticamente estável.

população subocupada por insuficiência de horas — pessoas que trabalham menos do que gostariam — somava 4,5 milhões no trimestre encerrado em janeiro e permaneceu estável tanto na comparação com o trimestre anterior quanto em relação ao mesmo período do ano passado.

Já a população fora da força de trabalho chegou a 66,6 milhões de pessoas. O contingente cresceu 0,9% no trimestre, com o acréscimo de 608 mil pessoas, e 1,4% frente ao mesmo trimestre do ano anterior (mais 942 mil pessoas).

(Fonte:G1)