O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assistirá à final da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina, no domingo, informou nesta quinta-feira (16) a secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt.
“Sua presença será o toque final naquela que tem sido a Copa do Mundo mais assistida, mais segura e mais bem-sucedida da história dos Estados Unidos”, disse Leavitt em coletiva de imprensa.
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O anúncio já havia sido antecipado no começo dos jogos. No final de junho, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, disse que o republicano participaria do encerramento do torneio e que os dois entregariam juntos o troféu à seleção vencedora.
Trump não compareceu à partida de abertura da Copa, entre os EUA e o Paraguai em Los Angeles, e havia dúvidas se ele compareceria à final.
O futebol não é um dos esportes mais populares dos EUA, porém é comum o presidente republicano comparecer em eventos como esse. Sua ausência no primeiro jogo gerou especulações de que Trump estivesse receoso de ser vaiado, como ocorreu no jogo da final da NBA.
Donald Trump tem uma relação conturbada com o campeonato. Ele causou polêmica ao pedir pessoalmente a Infantino que suspendesse um cartão vermelho dado a um atacante da seleção americana.
O pedido foi acatado pela direção da Fifa, que tirou os efeitos da decisão do árbitro brasileiro Raphael Claus. Como resultado, o jogador Folarin Balogun foi liberado para a partida contra a Bélgica – que venceu os americanos por 4 x 1.
A retirada do cartão gerou reações negativas. A União Europeia e a Uefa (União das Associações Europeias de Futebol) criticaram a Fifa alegando que as decisões sobre o esporte “pertencem às entidades esportivas, não aos políticos”.
“Influenciar decisões esportivas prejudicaria a autonomia do esporte. Nosso foco deveria estar nos verdadeiros desafios de governança que o esporte enfrenta, incluindo a instrumentalização do esporte para fins políticos”, disse o comissário europeu para assuntos de esporte, Glenn Micallef.
(Fonte:G1)
