Correio de Carajás

Trio preso em Marabá é considerado perigoso

Bruno Stenghen,Carlos Frederico e Maxwel Campos/ Fotos: Divulgação
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Os três indivíduos presos na semana passada depois de uma longa perseguição policial que se estendeu de Tucumã até Marabá são considerados extremamente perigosos e especializados no roubo a caixas eletrônicos e assaltos a bancos, segundo informou a Polícia Civil em seu site oficial.

Eles foram identificados como Bruno Giovani Stenghen, Carlos Frederico Guimarães Filho e Maxwel Campos Santos. Os três são acusados de furtar cerca de R$ 230 mil de um supermercado em Tucumã, mediante rompimento de obstáculo (corte de caixa eletrônico), e foram presos no Núcleo São Félix em Marabá, em uma ação conjunta entre as polícias Civil e Militar.

Os suspeitos foram presos em flagrante por crimes de receptação, associação criminosa, corrupção ativa e resistência. Eles já possuem vasto antecedente criminal por delitos patrimoniais. Um deles, Carlos Frederico, estava foragido pelo crime de roubo cometido em uma Unidade de Saúde no Distrito Federal. Ele tem nada menos de 14 processos nas costas. No currículo dele estão acusações de arrombar caixa eletrônico na sede da OAB em plena capital federal (Brasília-DF), além de fuga cinematográfica de uma prisão no ano de 2012 em São Miguel do Araguaia (GO).

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Outro, Bruno Stenghen, também tem registro por crimes nas modalidades do tipo “vapor”, “sapatinho”, furto mediante corte de caixa e roubo a agência dos Correios. Ele também praticou o famoso “caixeiro” na região de Joinville (SC), com atuação em corte de caixas eletrônicos em vários estados do país, tais como Rio de Janeiro, Ceará, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e agora no Pará.

Ele fazia parte da chamada “gangue do Maçarico”, que aterrorizou Santa Catarina e Paraná no começo da década, com passagens pela polícia nos anos de 2012 e 2017, e agora estava morando no Estado do Ceará, onde também já foi preso acusado de sequestro. Ele responde a sete processos.

Por fim, o terceiro preso, Maxwel Campos, possui histórico pelo cometimento de estelionato mediante clonagem de cartões de crédito, registrado no estado do Tocantins, mas também responde a processos no Pará.

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Os presos estão recolhidos na Central de Triagem Masculina de Marabá (CTMM), à disposição da justiça.

(Chagas Filho)

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