Foto: Ulisses Pompeu
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Continua apresentando perigo aos motoristas e passageiros que transitam na Rodovia Transamazônica (BR-230) uma cratera aberta em uma das margens da pista, à altura do Quilômetro 06, no trecho entre a Nova Marabá e os loteamentos Cidade Jardim e Delta Park, onde estão localizadas universidades, e o Residencial Total Ville.

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O ponto cedeu há mais de um ano, em abril de 2018, quando uma equipe do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) realizava manutenção próximo à Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), em função das fortes chuvas que caíram na ocasião.

Desde então, a situação é cada vez mais preocupante e embora o local tenha sido sinalizado a cratera deixa estreita a estrada que é de mão dupla. A faixa que divide as duas pistas chegou a ser pintada fazendo uma curva, acompanhando o buraco, para tentar minimizar o grave problema.

Por telefone, na tarde desta quarta-feira (14), o engenheiro Jairo Rabelo, responsável pelo DNIT em Marabá, informou ao Correio de Carajás que há em vigência contrato com uma empresa de manutenção para este trecho da Transamazônica, porém a intervenção na cratera demandará mais recursos que os disponíveis para pequenas obras recorrentes.

Portanto, foi solicitado ao DNIT em Brasília uma revisão deste projeto para adequação de valores e, então, autorização para intervenção que demandará, inclusive, aterramento. Atualmente, diz, o processo está nas mãos da Procuradoria Geral para análise e esta atua em caráter de urgência para que a obra seja autorizada antes do início do período chuvoso, relacionado ao inverno amazônico. (Luciana Marschall)

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