Correio de Carajás

Representantes de mototáxi e lotação se reúnem com prefeito Tião Miranda

A categoria segue acampada na Sevop na manhã desta quinta-feira/ Foto: Evangelista Rocha

MANIFESTAÇÃO

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A intenção é solicitar que o gestor municipal não permita a alteração da lei municipal que regulariza a categoria na cidade

Uma comissão de representantes das categorias de mototaxistas, táxi-lotação e motoristas de aplicativos – que estão regularizados em Marabá – está reunida com o prefeito de Marabá, Tião Miranda, na Secretaria Municipal de Viação e Obras Públicas (Sevop) na manhã desta quinta-feira (22), para dialogar sobre as alterações solicitadas na lei municipal que regulariza o serviço de transporte por App no município. Motoristas das plataformas Uber e 99 pedem um prazo maior para o cadastramento das plataformas e, assim, evitar o recebimento de multas.

A categoria que realizou uma manifestação nesta manhã, na rodovia Transamazônica, foi ouvida pelo Correio de Carajás e esclareceu que o objetivo é solicitar ao prefeito que mantenha como está a lei municipal que regulamenta os motoristas de app.

Foto: Evangelista Rocha

O advogado Paulo Rodrigues, que representa um dos aplicativos de transporte que está regularizado no município, diz que nem todas as plataformas foram cadastradas e, portanto, não concordam com a alteração que é solicitada pelas mesmas. “Pedimos que a lei seja respeitada”, acrescenta.

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Na visão do presidente da UNEMOTO (Associação dos Mototaxistas de Marabá), Fred Pereira, a situação é revoltante, tendo em vista que os profissionais de transporte que estão regulados pelo município cumprem o que as leis determinam, enquanto outros a tentam alterar.

“Estão cogitando criar uma comissão para fazer uma alteração na lei, para que seja dado um prazo maior para o cadastro. Não tem necessidade de um prazo maior, sendo que o prefeito pode, por meio de uma portaria, aumentar esse prazo”, explica Fred.

Ainda segundo o presidente da UNEMOTO, é fato que alguns motoristas de app estão sendo multados, porém, seria devido ao transporte clandestino de passageiros por meio de mototáxi e táxi-lotação. “Isso nos prejudica. Estamos legalizados e passando por um recadastramento, pagamos os impostos, tudo conforme a lei. Queremos conversar com o prefeito para que ele organize essa situação”, afirma Fred.

O Correio de Carajás acompanha o desfecho da reunião entre as categorias e o prefeito Tião Miranda. (Zeus Bandeira e Chagas Filho)

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