Correio de Carajás

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Contra golpes

Uma nova ferramenta de verificação no site da Defensoria Pública do Estado do Pará (DPE-PA) ajuda na identificação dos canais oficiais para evitar golpes por indivíduos que se passam por defensores públicos ou servidores da instituição. O recurso permite confirmar a autenticidade do número de telefone de quem entrou em contato com o cidadão e pode ser acessado pelo site, por meio do celular ou do computador.

Contra golpes II

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A iniciativa é do Grupo de Trabalho (GT) de Combate a Golpes Digitais da DPE-PA e foi desenvolvida pela Diretoria de Inovação e Transformação Tecnológica (DITEC) da instituição, com base em modelo criado pela Defensoria Pública do Estado do Amapá (DPE-AP). A ferramenta é mais um recurso que busca coibir o aumento de ocorrências de tentativas de golpes digitais registradas nos últimos meses.

WhatsApp

Os criminosos entram em contato com cidadãos por meio do WhatsApp, afirmando representar a Defensoria, com links de vídeochamadas ou solicitando transferências bancárias sob a falsa alegação de que os pagamentos seriam necessários para liberar processos, emitir documentos ou viabilizar o recebimento de valores judiciais.

Gratuito

A Defensoria do Pará reforça que todos os seus serviços são gratuitos. Nenhum defensor público ou servidor solicita depósitos, transferências bancárias, pagamentos via PIX, taxas para movimentação de processos ou está autorizado a realizar videochamadas. O subdefensor público-geral de Gestão, João Paulo Lédo, coordenador do GT Combate a Golpes Digitais, explica que a ferramenta se soma a outras iniciativas da instituição para combater a ação de fraudadores.

Escala 6×1

Com o avanço no Senado das discussões sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 que acaba com a jornada de trabalho 6×1, entidades empresariais paraenses reafirmaram o posicionamento contra a mudança, apontando riscos econômicos como inflação e redução na geração de emprego.

O que dizem entidades

Na quinta-feira (8/10), a Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa) e o Sindicato do Comércio Varejista e dos Lojistas de Belém (Sindilojas) compartilharam nota divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), na qual as entidades afirmam considerar legítima a discussão da escala 6×1, mas preocupante a inclusão do assunto na pauta de votações do Senado Federal em pleno período eleitoral.

Proposta

A PEC em discussão prevê a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e a adoção de dois descansos remunerados por semana, proibindo a escala 6×1.

PIX

O número de chaves Pix cadastradas no Brasil ultrapassou a marca de 1 bilhão em setembro, segundo dados do Banco Central (BC). Ao todo, o sistema contabilizava 1,008 bilhão de registros no dia 30, ante 998 milhões em agosto. O total representa um crescimento de aproximadamente 80 milhões de chaves desde o fim de 2025, quando havia 920 milhões.

PIX II

O número de chaves, porém, não corresponde à quantidade de usuários do sistema. Como uma mesma pessoa pode cadastrar mais de uma chave, o Pix reúne cerca de 170 milhões de clientes, entre pessoas físicas e jurídicas. Isso significa uma média próxima de seis chaves por cliente, considerando os números aproximados. Do total de registros, 956,7 milhões estavam vinculados a pessoas físicas e 51,2 milhões a empresas, conforme os dados do BC.

Chaves

Mais da metade dos cadastros corresponde a chaves aleatórias, que permitem receber transferências sem precisar compartilhar informações pessoais, como Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), telefone ou e-mail. As chaves Pix são identificadores associados a uma conta bancária ou de pagamento e facilitam o envio e o recebimento de dinheiro. O usuário pode cadastrar CPF, Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), número de celular, endereço de e-mail ou uma chave aleatória gerada pela instituição financeira.

Anunciado

O governador eleito no Pará Dr. Daniel Santos (Podemos) anunciou, nesta sexta-feira (9), Vinícius Borba para o cargo de secretário de Meio Ambiente a partir de 2027. Vinícius Borba é advogado há 20 anos, com atuação em direito Ambiental e agrário; é produtor rural e presidente da Associação dos Produtores Rurais Independentes da Amazônia (APRIA).