Debate
Nesta sexta-feira, dia 18 de setembro, às 22h, os candidatos ao Governo do Pará se enfrentam em debate transmitido para todo o estado pela TV Norte Pará (SBT), como parte da cobertura do projeto NC Eleições 2026. Até o momento, as candidatas Araceli Lemos (PSOL) e Hana Ghassan (MDB) confirmaram participação. O candidato Dr. Daniel Santos (Podemos) ainda não havia confirmado até ontem se compareceria. O encontro vai permitir a apresentação e o confronto de propostas dos postulantes ao comando do Executivo estadual.
Assédio eleitoral
Leia mais:Em forte discurso no plenário da Câmara Municipal esta semana, a vereadora Vanda Américo promoveu grave denúncia de que servidores públicos da Prefeitura de Marabá estão sendo assediados e coagidos a tomarem parte em compromissos de campanha de interesse do prefeito Toni Cunha. Vanda disse que ouviu isso de servidores que temem por seus empregos e afirmou que o assédio vem de pessoas que ocupam cargos de chefia.
Abandonado
Com um governo sofrível em Marabá, em meio a crise no atendimento à saúde e outros problemas graves, o prefeito se deu ao luxo de praticamente abandonar a gestão do município para trabalhar dia e noite na campanha da esposa a deputada. Tanto é verdade que ele mesmo documenta a vida de candidato com postagens seguidas, comprovando que vem negligenciando o mandato dado pelo povo para cuidar de outros interesses.
Engenheira sem registro
Enquanto o prefeito larga o município à própria sorte, o vereador Marcos Paulo cobrou explicações da Prefeitura de Marabá sobre a contratação de uma engenheira civil que, segundo ele, teria assumido o cargo sem possuir registro no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA). A denúncia foi apresentada durante discurso no plenário da Câmara Municipal. De acordo com o parlamentar, a servidora em questão ocupava anteriormente um cargo com remuneração de R$ 2.682. Após a realização de um Processo Seletivo Simplificado (PSS), em maio de 2026, ela teria passado a exercer a função de engenheira civil na Secretaria de Obras, com salário de R$ 12.227. Em um dos meses, ainda segundo o vereador, a remuneração teria chegado a R$ 13.707.
Engenheira sem registro II
Marcos Paulo afirmou que o edital do processo seletivo exigia, além do diploma de engenharia, o registro no CREA. Durante uma apuração realizada ao longo de seis meses, o vereador disse ter identificado que a servidora não possuía o registro profissional quando assumiu o cargo. Ainda conforme o discurso, o CREA teria notificado a servidora e o secretário responsável pela área.
Sem apuração
O vereador também afirmou que a mulher foi posteriormente exonerada da Prefeitura, mas ressaltou que a saída do cargo não afastaria a necessidade de investigar eventuais irregularidades no processo de contratação. Ele defendeu a convocação dos integrantes da banca examinadora, do secretário de Administração e do secretário de Obras para esclarecer quem analisou a documentação apresentada, quem autorizou a contratação e quais critérios foram utilizados na seleção.
Sem apuração II
O vereador declarou que pretende cobrar informações da Prefeitura e verificar se houve falha na análise curricular ou na conferência dos documentos exigidos pelo edital. Caso sejam confirmadas irregularidades, afirmou que encaminhará o caso aos órgãos competentes.
Fraude em concurso
Dois candidatos foram presos suspeitos de envolvimento em uma tentativa de fraude durante um concurso público em Benevides, na Região Metropolitana de Belém, no Pará. Segundo a Polícia Civil, um dos homens relatou em depoimento que teria pago cerca de R$ 15 mil para garantir a aprovação. As prisões ocorreram no dia 13, durante a aplicação das provas para os cargos de agente de trânsito e guarda civil municipal.
Fraude em concurso
Um dos candidatos foi abordado após entregar a prova durante uma fiscalização com detector manual de metais. Segundo a polícia, um ponto eletrônico foi encontrado escondido no bolso da calça. Durante a investigação, os agentes também identificaram que os dois candidatos estavam com celulares e uma caneta modificada que permitia apagar as respostas marcadas no cartão de respostas. De acordo com a Polícia Civil, o pagamento pelo esquema seria feito após uma eventual nomeação e posse no cargo de agente de trânsito.