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Vacinação em Marabá

Em Marabá, o dia ontem foi dedicado à vacinação de pessoas acima dos 12 anos com primeira dose, o que seria uma repescagem. Já nesta quinta-feira e também amanhã, dias 23 e 24, os locais de vacinação vão estar dedicados à segunda dose de todos que estejam atrasados ou com marcação para estas datas. A enfermeira Mônica Borchart, diretora de Atenção Básica da Secretaria de Saúde, orienta que as pessoas compareçam munidas com a documentação necessária.

Vacinação em Marabá II

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É exigido: documentação pessoal como o CPF, RG, cartão de vacinação, cartão SUS, comprovante de residência e a declaração preenchida. Relembrando que a vacinação acontece no Carajás Centro de Convenções no núcleo da Nova Marabá, de 8 da manhã às 17 horas.

Belo Monte

A ameaça de apagão que o Brasil atravessa evidencia a limitação de um dos principais projetos de infraestrutura do País para enfrentar a seca atual. Erguida com investimentos de quase R$ 40 bilhões, Belo Monte, a quarta maior hidrelétrica do mundo, com capacidade para gerar 11.233 megawatts (MW), opera só com meia turbina desde o início de agosto. Isso significa produzir cerca de 300 MW por dia – ou 2,67% da potência total. Construída sem reservatório, a fio d’água, a usina funciona conforme o regime hidrográfico do Rio Xingu, que varia 25 vezes entre a cheia e a seca – e este é o período do ano de auge da seca.

Belo Monte II

Hoje, Belo Monte está com 18 turbinas paradas. E isso deve se manter até o fim de novembro ou meados de dezembro, quando o rio deve voltar a encher. Dependendo do volume de chuvas, em janeiro a hidrelétrica – que tem entre os sócios Eletrobras, Neoenergia, Cemig, Vale e os fundos Petros e Funcef – já estará produzindo quase sua capacidade total. Desde que foi concluída, a usina tem produzido menos do que os especialistas calculavam para o período seco. Na época da construção, esperava-se que, durante a estiagem, ela produzisse cerca de 690 MW médios. Durante o ano, a expectativa era produzir 4 mil MW médios. No ano passado, ficou em 3.293 MW médios e, em 2019, em 3.027 MW médios, segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Justiça Federal

A Justiça Federal em Santarém (PA) tornou réu o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcelo Xavier, em processo em que o Ministério Público Federal o acusa de improbidade administrativa por desobedecer a várias decisões em um acordo judicial em que a autarquia se comprometeu a avançar na demarcação do território indígena Munduruku do planalto santareno.

Justiça Federal II

No total, o presidente da Funai descumpriu seis decisões da Justiça Federal, o que configura ato de improbidade administrativa por retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, atentando contra os princípios da administração pública. A ação do MPF foi iniciada em março, mas só nesta semana o processo foi recebido pelo juízo, o que transforma Marcelo Xavier em réu.

Comentários

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