Correio de Carajás

Repórter Correio 18/05/19

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Alô, saúde!

Situação segue tensa dia após dia no Hospital Municipal de Marabá (HMM), onde a conta do fluxo de pessoas procurando atendimento nunca bate com a capacidade de atender. Ontem à noite os nervos dos pais, mães e acompanhantes de pessoas doentes estavam à flor da pele, recoltados na recepção com a demora no atendimento. Não demorou a ter bate-boca. Os mais exaltados ouviram de alguém que saiu do pronto atendimento, que só havia um médico disponível. Sábado e domingo também prometem não ser fáceis.

Boiadeiros

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Motoristas de caminhões boiadeiros que circulam por Marabá e região estão preocupados. Ouviram de um policial rodoviário, que a PRF vai começar a abordar e barrar os carros com altura superior a 4,40 metros, como determina a lei. Quase todos os boiadeiros têm entre 4,70 e 4,80 metros. Segundo eles, qualquer altura abaixo disso, machuca os animais. Em Altamira a PRF já está fazendo valer o rigor e os produtores querem que surja uma saída para a questão.

Estatais

Sete empresas estatais federais tiveram as propostas de programas de desligamento voluntário (PDV) aprovadas pelo Ministério da Economia. Segundo a Secretaria de Coordenação e Governança das Estatais, os programas devem resultar no desligamento de mais de 21 mil empregados e proporcionar economia de R$ 2,3 bilhões por ano. O Ministério da Economia só nomeou quatro das sete empresas com propostas de PDV: Correios, Petrobras, Infraero e Embrapa.

Feminicídio

O crime de feminicídio poderá se tornar imprescritível, assim como já acontece com o crime de racismo. Proposta de Emenda Constitucional (PEC 75/2019) que pretende modificar o inciso 42 do artigo 5º da Constituição aguarda designação de relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). De autoria da senadora Rose de Freitas (Pode-ES), a iniciativa deverá entrar em vigor assim que se tornar lei.

Feminicídio II

Feminicídio é o homicídio cometido contra mulheres motivado por violência doméstica ou discriminação de gênero. Rose de Freitas cita estudo da Organização Mundial de Saúde que situou o Brasil em quinto lugar na taxa de feminicídios entre 84 nações pesquisadas. Ela também menciona o Mapa da Violência de 2015, segundo o qual 106.093 pessoas morreram apenas por sua condição de ser mulher, entre os anos 1980 e 2013.

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