Correio de Carajás

Promotoria de Rondon do Pará denuncia 24 por envolvimento com o tráfico de drogas

O Ministério Público do Estado do Pará divulgou hoje, quarta-feira (20), ter denunciado 24 pessoas por envolvimento com tráfico de drogas e associação ao tráfico no município de Rondon do Pará, a 150 quilômetros de Marabá. De acordo com a assessoria de comunicação do órgão, as denúncias foram feitas ao Poder Judiciário na última semana, dia 14 (quinta).

A denúncia foi oferecida pela 1ª promotora de Justiça titular, Louise Rejane de Araújo Silva, após investigação da Polícia Civil e, segundo a divulgação, trata-se de crime de tráfico interestadual envolvendo os estados do Pará, Maranhão e Mato Grosso. Parte das pessoas também deverá responder por corrupção de menores, crime previsto no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA).

Em julho passado, conforme divulgado pelo Correio de Carajás, a Polícia Civil de Rondon do Pará, desencadeou uma operação que resultou na prisão de 12 pessoas suspeitas de tráfico interestadual de drogas, com apoio da Superintendência Regional do Sudeste do Pará. A “Operação Aríete” teve o objetivo de cumprir 20 mandados de prisão e busca e apreensão nos três estados onde a investigação ocorria.

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Na ocasião, além das 12 prisões, foram apreendidas 22 trouxas de cocaína, pesando 20 gramas, e mais seis gramas de maconha, em posse de Robson Farias do Nascimento. Com Kessio Jhones Sales da Silva foram recolhidas 28 petecas de crack e uma porção de cocaína pesando 7,5 gramas. Em posse de Darley de Almeida Santos a polícia encontrou duas petecas de crack.

Além das prisões preventivas dos três, foram recolhidos também Rafael Silva Pereira, Maria Rosa de Jesus, Arielton Farias Silva, Fernando Alves, Gabriel Rosa de Jesus, Hamilton Carlos dos Santos e Santos, Rogério Monteiro da Silva, Eliene Gonçalves Silva e Fabíola Liana Vieira. Os mandados foram expedidos pelo Juízo da Comarca de Rondon do Pará.

A Polícia Civil de Rondon do Pará vinha trabalhando há cerca de um ano no caso. Durante a investigação, destacou o Ministério Público do Estado do Pará, o delegado Thiago Santos Silva realizou interceptações telefônicas autorizadas pelo juiz Antonio Fernando de Carvalho Villar. O magistrado também determinou os mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva cumpridos em julho passado.

A assessoria de comunicação do MPPA destacou que os criminosos utilizavam armas e munições a fim amedrontar a população dos estados envolvidos, além de fornecerem drogas para menores de 18 anos e aliciá-los para atuarem no tráfico de entorpecentes. A promotora responsável pelas denúncias, por meio da assessoria de comunicação, afirma que a prática gera um impacto muito grave na sociedade e impulsiona o tráfico e outros crimes.

“Não se pode olvidar a gravíssima repercussão que a comercialização de entorpecentes gera em nossa sociedade, notadamente porque impulsiona a prática de vários outros crimes. Cite-se, a título de ilustração, a prática de furto, roubo e até mesmo o homicídio, considerado o crime por excelência em nosso sistema punitivo”, defendeu. (Luciana Marschall com informações de MPPA)

O Ministério Público do Estado do Pará divulgou hoje, quarta-feira (20), ter denunciado 24 pessoas por envolvimento com tráfico de drogas e associação ao tráfico no município de Rondon do Pará, a 150 quilômetros de Marabá. De acordo com a assessoria de comunicação do órgão, as denúncias foram feitas ao Poder Judiciário na última semana, dia 14 (quinta).

A denúncia foi oferecida pela 1ª promotora de Justiça titular, Louise Rejane de Araújo Silva, após investigação da Polícia Civil e, segundo a divulgação, trata-se de crime de tráfico interestadual envolvendo os estados do Pará, Maranhão e Mato Grosso. Parte das pessoas também deverá responder por corrupção de menores, crime previsto no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA).

Em julho passado, conforme divulgado pelo Correio de Carajás, a Polícia Civil de Rondon do Pará, desencadeou uma operação que resultou na prisão de 12 pessoas suspeitas de tráfico interestadual de drogas, com apoio da Superintendência Regional do Sudeste do Pará. A “Operação Aríete” teve o objetivo de cumprir 20 mandados de prisão e busca e apreensão nos três estados onde a investigação ocorria.

Na ocasião, além das 12 prisões, foram apreendidas 22 trouxas de cocaína, pesando 20 gramas, e mais seis gramas de maconha, em posse de Robson Farias do Nascimento. Com Kessio Jhones Sales da Silva foram recolhidas 28 petecas de crack e uma porção de cocaína pesando 7,5 gramas. Em posse de Darley de Almeida Santos a polícia encontrou duas petecas de crack.

Além das prisões preventivas dos três, foram recolhidos também Rafael Silva Pereira, Maria Rosa de Jesus, Arielton Farias Silva, Fernando Alves, Gabriel Rosa de Jesus, Hamilton Carlos dos Santos e Santos, Rogério Monteiro da Silva, Eliene Gonçalves Silva e Fabíola Liana Vieira. Os mandados foram expedidos pelo Juízo da Comarca de Rondon do Pará.

A Polícia Civil de Rondon do Pará vinha trabalhando há cerca de um ano no caso. Durante a investigação, destacou o Ministério Público do Estado do Pará, o delegado Thiago Santos Silva realizou interceptações telefônicas autorizadas pelo juiz Antonio Fernando de Carvalho Villar. O magistrado também determinou os mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva cumpridos em julho passado.

A assessoria de comunicação do MPPA destacou que os criminosos utilizavam armas e munições a fim amedrontar a população dos estados envolvidos, além de fornecerem drogas para menores de 18 anos e aliciá-los para atuarem no tráfico de entorpecentes. A promotora responsável pelas denúncias, por meio da assessoria de comunicação, afirma que a prática gera um impacto muito grave na sociedade e impulsiona o tráfico e outros crimes.

“Não se pode olvidar a gravíssima repercussão que a comercialização de entorpecentes gera em nossa sociedade, notadamente porque impulsiona a prática de vários outros crimes. Cite-se, a título de ilustração, a prática de furto, roubo e até mesmo o homicídio, considerado o crime por excelência em nosso sistema punitivo”, defendeu. (Luciana Marschall com informações de MPPA)

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