Correio de Carajás

Projeto “Pôr do Som” entra na segunda chamada da SEMEAR 2017

A Fundação Cultural do Pará (FCP) divulgou no dia 17 de julho, no Diário Oficial do Estado, a relação de novos projetos contemplados pela Lei Semear de incentivo à cultura do estado. A segunda chamada veio abarcar ainda mais os projetos inscritos na edição de 2017.

O propósito é fomentar as manifestações artístico-culturais sendo destinado a artistas que buscam captação de recursos de potenciais patrocinadores para a elaboração, produção e execução de projetos que priorizam a cultura regional. A Lei Semear, nº 6.572, de 8 de agosto de 2003, garante as iniciativas contempladas o incentivo público e privado. Foram aprovados mais de 100 projetos em diferentes linguagens como música, cinema, teatro e dança.

No último dia 16 de junho, já havia sido divulgada a relação dos projetos artísticos contemplados na primeira chamada do edital. O que a sessão da Cultura Livre já tinha mencionado por aqui. O incentivo vem por meio das empresas locais que patrocinam os projetos e recebem a dedução via ICMS.

Leia mais:

Nessa segunda leva, Marabá emplaca mais um projeto aprovado. “O Pôr do Som” entra para a lista dos cinco trabalhos chancelados pela Fundação Cultural do Pará para 2017.

O produtor e articulador cultural, Jackson Gouveia, em um bate bola rápido, nos responde algumas perguntas referentes a este momento que a cidade vive, tendo como referência a carta de projetos que estão prontos para serem captados.

Recentemente, Jackson esteve em Belém em diálogo com alguns órgãos e produtores culturais do estado e nos conta com detalhes o que é o “Pôr do Som”, projeto de artes integradas que traz a proposta de acontecer na Orla do Rio Tocantins, ao final da tarde, com a participação de artistas de várias gerações e diferentes segmentos. Música, Artes Visuais, Exposições, Literatura, tudo junto, em espaço público e aberto ao público.

 

Giro Rápido com Jackson Gouveia – Produtor Cultural

Como foi receber a notícia que o projeto ‘Pôr do Som’ entrou na segunda chamada da Semear 2017?

Não podia refletir outro sentimento senão o da maior alegria. Quando soubemos que o projeto não havia sido aprovado na primeira avaliação, não hesitamos em recorrer ao dispositivo do edital que estabelecia / estabelece recurso. Fomos felizes. Nosso recurso foi aceito.

Qual a proposta do projeto?

A proposta central do projeto consiste na possibilidade de criar mais oportunidades para músicos locais, de diferentes gerações, se apresentarem em espaço público e gratuito em Marabá. Digamos que “novos” e “experientes” artistas locais darão outra oportunidade para o público, ainda desconhecido. De tal forma que o grande e soberano público igualmente terá e dará nova oportunidade para nossos artistas. Relação de reciprocidade, sabe?!

Quando falamos em artes integradas, conseguimos pontuar quais linguagens artísticas serão contempladas?

Quando falamos em “artes integradas”, veja que não consideramos de maneira nenhuma que elas são desconectadas, é uma nova chance da gente se conhecer, interagir, cooperar, trabalhar em conjunto. Assim, buscar visibilidade e espaço para música, artes plásticas e visuais, cênicas, circenses… Tudo em grande confraternização na Orla de Marabá. Nosso maior cartão postal; nossa inspiração pra esse projeto.

Quais as barreiras para a captação de recurso no município?

Desconhecemos de maneira geral as razões da iniciativa privada local, acreditamos que seja despretensioso desconhecimento de lei e seus benefícios; isto é, a razão pela qual ela exista. 

Sendo que todo o recurso é deduzido via ICMS, qual a dificuldade do empresário local em participar de grandes projetos como este?

Como dizia anteriormente, penso que não há dificuldade para o empresariado local, talvez uma oportunidade para conhecer melhor a lei. Como forma de tentar romper essa situação estamos articulando um grande “bate papo” em Marabá com Zara Gentil, secretaria executiva da Lei Semear/ Fundação Cultural do Para, do Governo do Estado, com contadores e analistas de marketing de empresas locais com forte participação de ICMS. Para setembro. Vamos divulgar assim que acertamos detalhes. A secretaria de Cultura de Marabá acredita e estará à frente desse evento.

Falta uma participação do poder público no processo? Entre o produtor cultural com a carta aprovada e o capital privado do município?

Sem dúvida, apoio político-parlamentar pode ser decisivo no momento da captação. Não digo que é papel de político ou de agente do Executivo. Ressalto que, em se tratando de atividade cultural com impacto em política pública, vale somar esforços.

Teremos um material de registro para posteridade, algum disco, vídeo ou produção de um catálogo?

O material de registro, nesse primeiro momento, será basicamente fotográfico e audiovisual de livre publicidade na Internet.

O projeto contempla artistas de outros municípios visto que Marabá é uma cidade polo da região Carajás?                          

O projeto é genuinamente Marabaense. De músicos e artistas daqui para o público interessado em música e cultura daqui e região. Entretanto, não nos limitaremos a isso. De acordo com eventuais parcerias, quem sabe ele não possa se expandir na região Carajás.

Até o próximo encontro!

 

 

 

A Fundação Cultural do Pará (FCP) divulgou no dia 17 de julho, no Diário Oficial do Estado, a relação de novos projetos contemplados pela Lei Semear de incentivo à cultura do estado. A segunda chamada veio abarcar ainda mais os projetos inscritos na edição de 2017.

O propósito é fomentar as manifestações artístico-culturais sendo destinado a artistas que buscam captação de recursos de potenciais patrocinadores para a elaboração, produção e execução de projetos que priorizam a cultura regional. A Lei Semear, nº 6.572, de 8 de agosto de 2003, garante as iniciativas contempladas o incentivo público e privado. Foram aprovados mais de 100 projetos em diferentes linguagens como música, cinema, teatro e dança.

No último dia 16 de junho, já havia sido divulgada a relação dos projetos artísticos contemplados na primeira chamada do edital. O que a sessão da Cultura Livre já tinha mencionado por aqui. O incentivo vem por meio das empresas locais que patrocinam os projetos e recebem a dedução via ICMS.

Nessa segunda leva, Marabá emplaca mais um projeto aprovado. “O Pôr do Som” entra para a lista dos cinco trabalhos chancelados pela Fundação Cultural do Pará para 2017.

O produtor e articulador cultural, Jackson Gouveia, em um bate bola rápido, nos responde algumas perguntas referentes a este momento que a cidade vive, tendo como referência a carta de projetos que estão prontos para serem captados.

Recentemente, Jackson esteve em Belém em diálogo com alguns órgãos e produtores culturais do estado e nos conta com detalhes o que é o “Pôr do Som”, projeto de artes integradas que traz a proposta de acontecer na Orla do Rio Tocantins, ao final da tarde, com a participação de artistas de várias gerações e diferentes segmentos. Música, Artes Visuais, Exposições, Literatura, tudo junto, em espaço público e aberto ao público.

 

Giro Rápido com Jackson Gouveia – Produtor Cultural

Como foi receber a notícia que o projeto ‘Pôr do Som’ entrou na segunda chamada da Semear 2017?

Não podia refletir outro sentimento senão o da maior alegria. Quando soubemos que o projeto não havia sido aprovado na primeira avaliação, não hesitamos em recorrer ao dispositivo do edital que estabelecia / estabelece recurso. Fomos felizes. Nosso recurso foi aceito.

Qual a proposta do projeto?

A proposta central do projeto consiste na possibilidade de criar mais oportunidades para músicos locais, de diferentes gerações, se apresentarem em espaço público e gratuito em Marabá. Digamos que “novos” e “experientes” artistas locais darão outra oportunidade para o público, ainda desconhecido. De tal forma que o grande e soberano público igualmente terá e dará nova oportunidade para nossos artistas. Relação de reciprocidade, sabe?!

Quando falamos em artes integradas, conseguimos pontuar quais linguagens artísticas serão contempladas?

Quando falamos em “artes integradas”, veja que não consideramos de maneira nenhuma que elas são desconectadas, é uma nova chance da gente se conhecer, interagir, cooperar, trabalhar em conjunto. Assim, buscar visibilidade e espaço para música, artes plásticas e visuais, cênicas, circenses… Tudo em grande confraternização na Orla de Marabá. Nosso maior cartão postal; nossa inspiração pra esse projeto.

Quais as barreiras para a captação de recurso no município?

Desconhecemos de maneira geral as razões da iniciativa privada local, acreditamos que seja despretensioso desconhecimento de lei e seus benefícios; isto é, a razão pela qual ela exista. 

Sendo que todo o recurso é deduzido via ICMS, qual a dificuldade do empresário local em participar de grandes projetos como este?

Como dizia anteriormente, penso que não há dificuldade para o empresariado local, talvez uma oportunidade para conhecer melhor a lei. Como forma de tentar romper essa situação estamos articulando um grande “bate papo” em Marabá com Zara Gentil, secretaria executiva da Lei Semear/ Fundação Cultural do Para, do Governo do Estado, com contadores e analistas de marketing de empresas locais com forte participação de ICMS. Para setembro. Vamos divulgar assim que acertamos detalhes. A secretaria de Cultura de Marabá acredita e estará à frente desse evento.

Falta uma participação do poder público no processo? Entre o produtor cultural com a carta aprovada e o capital privado do município?

Sem dúvida, apoio político-parlamentar pode ser decisivo no momento da captação. Não digo que é papel de político ou de agente do Executivo. Ressalto que, em se tratando de atividade cultural com impacto em política pública, vale somar esforços.

Teremos um material de registro para posteridade, algum disco, vídeo ou produção de um catálogo?

O material de registro, nesse primeiro momento, será basicamente fotográfico e audiovisual de livre publicidade na Internet.

O projeto contempla artistas de outros municípios visto que Marabá é uma cidade polo da região Carajás?                          

O projeto é genuinamente Marabaense. De músicos e artistas daqui para o público interessado em música e cultura daqui e região. Entretanto, não nos limitaremos a isso. De acordo com eventuais parcerias, quem sabe ele não possa se expandir na região Carajás.

Até o próximo encontro!

 

 

 

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