Correio de Carajás

Presidente assina ordem de serviço e ponte deve ser entregue em dois anos

Dentro de dois anos, as viagens entre os Estados do Pará e do Tocantins, via São Geraldo do Araguaia, não mais serão feitas por balsa pelo Rio Araguaia, como acontece há décadas. Uma ponte será erguida no rio, ligando as duas cidades. A ordem de serviço para o início da obra foi assinada hoje, quinta-feira (14), pelo presidente Michel Temer, em duas cerimônias que aconteceram em São Geraldo, no Pará, e Xambioá, no Tocantins.

O presidente, durante a cerimônia, pediu que as lideranças locais conversem com a construtora que irá executar o serviço para que ela priorize a contratação de mão de obra dos dois municípios que irão receber os canteiros. Em entrevista, o ministro da Integração, Helder Barbalho, ressaltou ser um dia histórico.

“O sonho passa a se transformar em realidade e fico extremamente feliz por ter colaborado e poder participar deste momento que, seguramente, representa uma oportunidade de desenvolvimento extraordinário para o país e particularmente para os dois estados”, afirmou. De acordo com ele, a partir da assinatura da ordem de serviço a empresa está formalmente contratada e autorizada para, no prazo de dois anos, concluir a obra.

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“Os recursos estão assegurados e cerca de R$ 50 milhões já estão disponíveis e empenhados para serem utilizados imediatamente. As obras vão estar acontecendo em duas frentes, uma no lado do Pará – sentido Tocantins – e outra no Tocantins, sentido Pará, para que façamos o encontro dos dois estados e essa integração”. Conforme o ministro, o valor total da obra é de R$ 130 milhões.

Barbalho comentou a fala do presidente acerca da contratação de mão de obra local. “Já está orientado pelo presidente que se priorize a mão de obra local e, claro, o consórcio vencedor terá a responsabilidade de contratar mão de obra da região de São Geraldo e de Xambioá”.

O deputado estadual João Chamon Neto, que participou de todo o processo que acarretou na conquista para a região, esteve na cerimônia e comemorou a assinatura da ordem de serviço. “É algo extremamente importante para essa região e para estes dois estados. É uma ponte que vai ajudar a escoar a produção desta região, vai ajudar muito a fomentar a economia dos dois estados e do país. Era um sonho da nossa região e dos dois estados iniciar a construção desta ponte”.

Ele também comentou acerca da contratação da força de trabalho local. “O que o presidente disse agora pouco, de dar preferência para a mão de obra local para fomentar a economia dos dois estados, é extremamente importante para os nossos cidadãos e para diminuir as taxas de desemprego”.

Foram realizadas duas solenidades, uma no lado paraense e outra no lado tocantinense. A ponte terá 1.721 metros de extensão e vai ligar dois trechos da Rodovia BR-153. No último mês, o deputado João Chamon deu a boa notícia para a região após uma reunião em Brasília, explicando que foram somados esforços das bancadas federais de ambos os estados para alocar os recursos e fazer a obra figurar no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). (Luciana Marschall e Chagas Filho)

 

 

Dentro de dois anos, as viagens entre os Estados do Pará e do Tocantins, via São Geraldo do Araguaia, não mais serão feitas por balsa pelo Rio Araguaia, como acontece há décadas. Uma ponte será erguida no rio, ligando as duas cidades. A ordem de serviço para o início da obra foi assinada hoje, quinta-feira (14), pelo presidente Michel Temer, em duas cerimônias que aconteceram em São Geraldo, no Pará, e Xambioá, no Tocantins.

O presidente, durante a cerimônia, pediu que as lideranças locais conversem com a construtora que irá executar o serviço para que ela priorize a contratação de mão de obra dos dois municípios que irão receber os canteiros. Em entrevista, o ministro da Integração, Helder Barbalho, ressaltou ser um dia histórico.

“O sonho passa a se transformar em realidade e fico extremamente feliz por ter colaborado e poder participar deste momento que, seguramente, representa uma oportunidade de desenvolvimento extraordinário para o país e particularmente para os dois estados”, afirmou. De acordo com ele, a partir da assinatura da ordem de serviço a empresa está formalmente contratada e autorizada para, no prazo de dois anos, concluir a obra.

“Os recursos estão assegurados e cerca de R$ 50 milhões já estão disponíveis e empenhados para serem utilizados imediatamente. As obras vão estar acontecendo em duas frentes, uma no lado do Pará – sentido Tocantins – e outra no Tocantins, sentido Pará, para que façamos o encontro dos dois estados e essa integração”. Conforme o ministro, o valor total da obra é de R$ 130 milhões.

Barbalho comentou a fala do presidente acerca da contratação de mão de obra local. “Já está orientado pelo presidente que se priorize a mão de obra local e, claro, o consórcio vencedor terá a responsabilidade de contratar mão de obra da região de São Geraldo e de Xambioá”.

O deputado estadual João Chamon Neto, que participou de todo o processo que acarretou na conquista para a região, esteve na cerimônia e comemorou a assinatura da ordem de serviço. “É algo extremamente importante para essa região e para estes dois estados. É uma ponte que vai ajudar a escoar a produção desta região, vai ajudar muito a fomentar a economia dos dois estados e do país. Era um sonho da nossa região e dos dois estados iniciar a construção desta ponte”.

Ele também comentou acerca da contratação da força de trabalho local. “O que o presidente disse agora pouco, de dar preferência para a mão de obra local para fomentar a economia dos dois estados, é extremamente importante para os nossos cidadãos e para diminuir as taxas de desemprego”.

Foram realizadas duas solenidades, uma no lado paraense e outra no lado tocantinense. A ponte terá 1.721 metros de extensão e vai ligar dois trechos da Rodovia BR-153. No último mês, o deputado João Chamon deu a boa notícia para a região após uma reunião em Brasília, explicando que foram somados esforços das bancadas federais de ambos os estados para alocar os recursos e fazer a obra figurar no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). (Luciana Marschall e Chagas Filho)

 

 

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