Correio de Carajás

Passagem de Lariza Xavier por Marabá traz Oficina, Sarau e Show em Casa

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A cantora marabaense Lariza Xavier que atualmente tem residência artística em Belém veio passar um final de semana em Marabá com programação cultural de três dias. Em um papo rápido por telefone, Lariza apontou que está de passagem pela terrinha antes de seguir caminho para o show que realizará em Goiânia ao final do mês.

A programação começou ontem, quarta-feira (19), mesmo com a Oficina “Corpo e Voz”, ministrada por ela e a cantora paraense Thalia Sarmanho, na Folha 11, Quadra 13, Lote 16 A – no ambiente de sua casa.

Em maio desse ano, Xavier teve a oportunidade de realizar na Casa das Artes, núcleo da FCP – Fundação Cultural do Estado do Pará, a oficina “Corpo e Voz” que desenvolveu junto com outros artistas a partir dos estudos realizados por eles mesmo em Canto Popular na Emufpa – Escola de Música da UFPA. A parceria com Thalia também foi presente na participação do curso.

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“Queremos compartilhar o que aprendemos com outros amigos, cantores e músicos daqui”, explica Lariza. Ela aponta a importância de reconhecer a sua origem, o processo de formação enquanto cantora, de pontuar os amigos que ajudaram a construir a carreira musical que leva e visitar os espaços que abriram portas para a arte proposta por ela em Marabá.

Na oficina são trabalhadas noções básicas do canto, exercícios de aquecimento vocal e corporal, experimentos sonoros e dinâmicas ligadas à autopercepção e desenvoltura dos artistas presentes.

Foi um curso aberto e para todos que tiveram interesse em se juntar com a dupla. Não havia critério para participação, ou seja, não era necessário ser cantor ou já ter uma longa experiência. Pelo contrário, propomos uma experimentação com pessoas. O participante que já era cantor, apenas reforçamos a importância das dinâmicas para o processo criativo do canto. É gratificante a oportunidade de poder compartilhar isso em casa ao lado de uma grande amiga de vida, trabalho e estudo”, reforça a cantora.

Uma oficina para todos, aberta ao público, onde não houve taxa de inscrição e ficava livre ao participante indicar a sua contribuição monetária referente ao curso.

Sarau Rizomas do sol na Toca do Manduquinha

Para hoje, quinta-feira (20), a partir das 17 horas teremos um Sarau aberto na Praça São Félix – Orla de Marabá – no Centro Cultural Toca do Manduquinha. A proposta é uma atividade livre, ao pôr-do-sol, com espaço aberto para troca de artes, ideias e para estar próximo dos amigos. Vai rolar venda de zine, poesia, mural e muita música e encontros.

A quem estiver interessado o local estará disponível para receber todo mundo que quiser vender algo no bazar ou montar uma exposição. A proposta é totalmente participativa. Cole junto e coloque o papo em dia.

Show-Me na Sexta

Já a programação para sexta-feira, dia 21, será o show de Lariza Xavier com a participação de Thalia Sarmanho. Acontecendo no mesmo endereço onde rolou a Oficina Corpo e Voz. O local é a própria casa de Xavier na Nova Marabá.

Jane Martins, cantora do Negra Melodia, também está na organização e se junta à dupla na sexta, tudo a um preço simbólico de R$ 10. Quem estiver interessado é só realizar o pagamento na hora do evento, sem preocupações com onde e como comprar algum ticket. A proposta é um show autoral de experimentos sonoros.

“Queremos texturizar e explorar sonoridades, convidando o público a musicalizar o momento. Os amigos, parceiros, músicos e influenciadores de Marabá. O imprevisto será bem-vindo e a ordem é não se prender a roteiros de apresentações. De alma despida e ouvidos abertos ao belo e ao estranho” é o que define Lariza. “Queremos recitar, encenar, dançar. Queremos vocês neste momento. Mulheres artistas, homens amigos, gays músicos, plateia participativa, enfim, um som em movimento”.  

O rolê de Lariza no palco da música recentemente

Tudo começou em Marabá em apresentações na Unifespa e lugares coma Toca do Manduquinha, casa de amigos e atividades de movimentos estudantis ou sociais. Lariza deu um giro por São Paulo, Goiânia e Marabá, mas está sendo em Belém que ela tem construído um trabalho autoral e extremamente reconhecido por músicos e produtores culturais da capital paraense.

Fez uma apresentação na mostra Música Brasileira da Emufpa – Escola de Música da UFPA no SESC Boulevard em junho, em um show emocionante. Recentemente subiu ao palco junto com Félix Robatto (ex-La Pupunha) em uma das noites da Lambateria.

Fez show no primeiro Encontro Amazônico de Economia Criativa que aconteceu no Hangar, também recentemente. Cantou e soltou a voz na primeira edição do Festival MANA – um dos festivais mais incríveis que compõem o panorama de festivais que integram arte, cultura e feminismo no Brasil.

Participou do clipezão da Sammliz da música “Quando Chegar o Amanhã”, dirigido por Adrianna Oliveira e tem uma parceria linda com o músico João Urubu. Tem projeto aprovado na Lei Semear 2017 para a produção do primeiro disco e circulação. em atuado nos projetos da Casa Oiam com o projeto Chegado. Fez abertura do show do Criolo em Belém e leva a sua arte aonde vai.

Por hoje foi surra de música e mulheres cantoras no Cultura Livre. Até mais!  

A cantora marabaense Lariza Xavier que atualmente tem residência artística em Belém veio passar um final de semana em Marabá com programação cultural de três dias. Em um papo rápido por telefone, Lariza apontou que está de passagem pela terrinha antes de seguir caminho para o show que realizará em Goiânia ao final do mês.

A programação começou ontem, quarta-feira (19), mesmo com a Oficina “Corpo e Voz”, ministrada por ela e a cantora paraense Thalia Sarmanho, na Folha 11, Quadra 13, Lote 16 A – no ambiente de sua casa.

Em maio desse ano, Xavier teve a oportunidade de realizar na Casa das Artes, núcleo da FCP – Fundação Cultural do Estado do Pará, a oficina “Corpo e Voz” que desenvolveu junto com outros artistas a partir dos estudos realizados por eles mesmo em Canto Popular na Emufpa – Escola de Música da UFPA. A parceria com Thalia também foi presente na participação do curso.

“Queremos compartilhar o que aprendemos com outros amigos, cantores e músicos daqui”, explica Lariza. Ela aponta a importância de reconhecer a sua origem, o processo de formação enquanto cantora, de pontuar os amigos que ajudaram a construir a carreira musical que leva e visitar os espaços que abriram portas para a arte proposta por ela em Marabá.

Na oficina são trabalhadas noções básicas do canto, exercícios de aquecimento vocal e corporal, experimentos sonoros e dinâmicas ligadas à autopercepção e desenvoltura dos artistas presentes.

Foi um curso aberto e para todos que tiveram interesse em se juntar com a dupla. Não havia critério para participação, ou seja, não era necessário ser cantor ou já ter uma longa experiência. Pelo contrário, propomos uma experimentação com pessoas. O participante que já era cantor, apenas reforçamos a importância das dinâmicas para o processo criativo do canto. É gratificante a oportunidade de poder compartilhar isso em casa ao lado de uma grande amiga de vida, trabalho e estudo”, reforça a cantora.

Uma oficina para todos, aberta ao público, onde não houve taxa de inscrição e ficava livre ao participante indicar a sua contribuição monetária referente ao curso.

Sarau Rizomas do sol na Toca do Manduquinha

Para hoje, quinta-feira (20), a partir das 17 horas teremos um Sarau aberto na Praça São Félix – Orla de Marabá – no Centro Cultural Toca do Manduquinha. A proposta é uma atividade livre, ao pôr-do-sol, com espaço aberto para troca de artes, ideias e para estar próximo dos amigos. Vai rolar venda de zine, poesia, mural e muita música e encontros.

A quem estiver interessado o local estará disponível para receber todo mundo que quiser vender algo no bazar ou montar uma exposição. A proposta é totalmente participativa. Cole junto e coloque o papo em dia.

Show-Me na Sexta

Já a programação para sexta-feira, dia 21, será o show de Lariza Xavier com a participação de Thalia Sarmanho. Acontecendo no mesmo endereço onde rolou a Oficina Corpo e Voz. O local é a própria casa de Xavier na Nova Marabá.

Jane Martins, cantora do Negra Melodia, também está na organização e se junta à dupla na sexta, tudo a um preço simbólico de R$ 10. Quem estiver interessado é só realizar o pagamento na hora do evento, sem preocupações com onde e como comprar algum ticket. A proposta é um show autoral de experimentos sonoros.

“Queremos texturizar e explorar sonoridades, convidando o público a musicalizar o momento. Os amigos, parceiros, músicos e influenciadores de Marabá. O imprevisto será bem-vindo e a ordem é não se prender a roteiros de apresentações. De alma despida e ouvidos abertos ao belo e ao estranho” é o que define Lariza. “Queremos recitar, encenar, dançar. Queremos vocês neste momento. Mulheres artistas, homens amigos, gays músicos, plateia participativa, enfim, um som em movimento”.  

O rolê de Lariza no palco da música recentemente

Tudo começou em Marabá em apresentações na Unifespa e lugares coma Toca do Manduquinha, casa de amigos e atividades de movimentos estudantis ou sociais. Lariza deu um giro por São Paulo, Goiânia e Marabá, mas está sendo em Belém que ela tem construído um trabalho autoral e extremamente reconhecido por músicos e produtores culturais da capital paraense.

Fez uma apresentação na mostra Música Brasileira da Emufpa – Escola de Música da UFPA no SESC Boulevard em junho, em um show emocionante. Recentemente subiu ao palco junto com Félix Robatto (ex-La Pupunha) em uma das noites da Lambateria.

Fez show no primeiro Encontro Amazônico de Economia Criativa que aconteceu no Hangar, também recentemente. Cantou e soltou a voz na primeira edição do Festival MANA – um dos festivais mais incríveis que compõem o panorama de festivais que integram arte, cultura e feminismo no Brasil.

Participou do clipezão da Sammliz da música “Quando Chegar o Amanhã”, dirigido por Adrianna Oliveira e tem uma parceria linda com o músico João Urubu. Tem projeto aprovado na Lei Semear 2017 para a produção do primeiro disco e circulação. em atuado nos projetos da Casa Oiam com o projeto Chegado. Fez abertura do show do Criolo em Belém e leva a sua arte aonde vai.

Por hoje foi surra de música e mulheres cantoras no Cultura Livre. Até mais!  

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