Correio de Carajás

Pará: Emprego cresce menos em 2019, mas continua com saldo positivo

Foto: Divulgação
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O ano de 2019 encerra com mais empregos gerados no Estado do Pará.  No mês passado, novembro, pelo sétimo mês consecutivo o estado voltou a apresentar crescimento na geração de empregos formais. A análise foi divulgada nesta segunda-feira (30) pelo escritório regional do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

De acordo com o levantamento, entre janeiro e novembro, foram feitas em todo o estado 264.789 admissões contra 245.868 desligamentos, gerando um saldo positivo de 18.921 postos de trabalhos e crescimento de 2,61%. Apesar do resultado, o aumento foi menor que o registrado no mesmo período do ano anterior, 2018, quando foram feitas 257.379 admissões contra 234.530 desligamentos, gerando um saldo positivo de 22.849 postos de trabalhos formais.

Em 2019, ainda conforme divulgado pelo Dieese, a maioria dos setores econômicos apresentou crescimento, com destaque para o setor de serviços, com a criação de 7.485 novos postos de trabalhos. Em seguida quem mais contratou foi o comércio (6.793 postos), a indústria de transformação (1.622 postos), o extrativo mineral (1.274 postos), a construção civil (1.036 postos), a agropecuária (631 postos) e a indústria e utilidade pública (117 postos).  

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No mesmo período analisado, apenas o setor da administração pública apresentou queda de empregos formais, com saldo negativo de 37 postos.

Em comparação com outros estados do Norte, o Pará foi o que apresentou melhor resultado no comparativo entre admitidos e desligados, mesmo que todos tenham crescido na geração de empregos.

Logo atrás do estado aparecem Amazonas, com a geração de 14.897 postos; Rondônia, com 4.458 postos; Tocantins, com 3.563 postos; Roraima, com 2.383 postos; Acre, com 881 postos; e Amapá, com a geração de 780 postos de trabalhos.

Em todo o Norte foram feitas 650.847 admissões contra 604.604 desligamentos entre janeiro e novembro, gerando saldo positivo de 45.883 postos de trabalhos, com crescimento de 2,56% no emprego formal.

O levantamento foi elaborado com base em informações oficiais do Ministério da Economia, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). (Luciana Marschall – com informações de Dieese/PA)

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