Correio de Carajás

Palmeiras, bicampeão merecido da “Liberta”

Cesar Greco/ Agência Palmeiras/ Divulgação
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O futebol é um esporte de poucos pontos. Diferente do basquete ou do vôlei, em que cada subida ao ataque costuma mexer no placar, no futebol não! Você pode ficar 90 minutos sem fazer nada e, de repente, se tornar um herói, como foi na final da Libertadores de 2019. Ou você pode fazer uma partida irrepreensível na marcação e se tornar o vilão, como ocorreu com o “Pará”, no sábado, ao perder a disputa aérea com Breno Lopes, que tinha acabado de pisar no gramado e entrou para a “Glória Eterna”. Palmeiras bicampeão da América!

O jogo não foi lá grande coisa, como já era de se esperar, afinal o que estava em jogo era o maior título das Américas, de modo que ninguém queria se arriscar e o nervosismo dos atacantes e meias era nítido.

E o gol saiu da única forma que poderia, diante do que se viu até ali, com uma bola jogada na área para o ataque duelar com a defesa: 1×0 e foi só. Na verdade, a belíssima testada de Breno Lopes foi a única finalização do Palmeiras na direção do gol em mais de 100 minutos de futebol. Não interessa: foi o bastante.

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Ao fim e ao cabo, o Palmeiras mereceu o título, pois em uma temporada de irregularidades como tem sido esta, salvar-se-ia o time que apresentasse o mínimo de regularidade. E esse time foi o Palmeiras. Alguém pode alegar que o Verdão pegou um caminho mais fácil, com adversários de baixo nível técnico. Tudo bem, até a semifinal sim, mas depois não, porque ninguém vai achar que o River é uma moleza.

E por mais que o jogo da volta tenha deixado os torcedores assustados, com o apagão do time, ao perder por 2×0 e ser salvo pela tecnologia (VAR), ninguém poderia esquecer que aquele mesmo time havia detonado o River (3×0) no jogo de ida, em la casa de los hermanos.

Agora, com os nervos no lugar, depois da vitória e do título, brotam análises que inferiorizam o Santos, como a de que o time tem um elenco limitado e coisa e tal. Mas antes da partida, diante da supremacia imposta pelo Peixe sobre Boca Jr. e Grêmio, ninguém se atrevia a subestimar o time santista.

Por essas e outras, é preciso reafirmar que venceu o melhor, dentro do que é o futebol: fazer mais gols que o adversário durante o tempo regulamentar (ponto). Verdão campeão! O resto é resto.(Chagas Filho)

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