📅 Publicado em 22/09/2026 12h21
O pagamento pelo assassinato da vendedora Layane Porto teria custado a motocicleta Bros usada no crime e ainda a promessa de uma casa no valor de R$ 120 mil em uma cidade do Maranhão.
Bruno Batista, o “Burro Preto”, considerado o matador, foi preso no início da manhã de hoje, terça-feira (22), enquanto Douglas dos Santos Ferreira, apontado como mandante e piloto de fuga, foi preso ontem.
A informação da moto como pagamento de Douglas para Bruno foi repassada à Imprensa pelo Capitão Rodrigues, do 34º Batalhão de Polícia Militar. Já a promessa da casa foi dada à Reportagem do CORREIO veio de um policial que participou da equipe que prendeu o matador e conversou com ele antes de chegarem a Marabá.
Segundo o capitão, o 34º Batalhão de Polícia Militar teve um papel fundamental nessa operação. “Recebemos a informação de que esse meliante estaria na região da Estrada do Rio Preto. Checamos essas informações e encontramos ali um ponto de apoio onde eles ficariam escondidos por algum tempo até conseguirem sair de Marabá. E logo em seguida a motocicleta, que estava escondida no meio do mato, a qual está no nome do Douglas (ex-namorado de Layane). Até onde preliminarmente apuramos, a moto seria o pagamento desse crime”.
Leia mais:Após achar o esconderijo da dupla e encontrar a moto, os policiais fizeram uma varredura na região de mata, fecharam o cerco. “Ele falou para a gente que por muito pouco nós não o capturamos ontem. Estivemos muito perto dele, só que como a luminosidade ficou muito baixa, então cessamos ali naquele primeiro momento. As guarnições do Brejo do Meio, do Batalhão Rural permaneceram ininterruptamente a noite toda fazendo todo aquele perímetro para que ele se sentisse acuado e não conseguisse sair do local”, explica o capitão.
Na manhã de hoje, com reforço ainda maior os policiais fizeram a chamada “saturação da área” e receberam informação de um morador que o avistaram tentando uma carona. Vasculhamos aquele perímetro específico e ele foi encontrado”, explica o oficial.
Bruno Batista estava escondido numa área próxima a uma chácara e não ofereceu resistência e se entregou. “E, após isso, conseguimos encontrar também a arma utilizada no crime, que foi apresentada também na delegacia. Ele mesmo apontou pra gente onde estaria a arma”, disse.
