Correio de Carajás

No Pará 3,2 mil pacientes estão em tratamento de doenças renais

Para conscientizar sobre a importância da prevenção, entidades farão ação hoje (30), com realização de vários exames e orientações (Foto: Pilla Pedreira/agência Senado)
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A Doença Renal Crônica (DRC) já é considerada a 6ª causa de morte e vem crescendo de maneira rápida no mundo, segundo a organização “Word Kdiney Day”. No Pará, 3,2 mil pacientes estão em tratamento por causa do problema. Em razão desses índices alarmantes que a Associação de Renais Crônicos e Transplantados do Pará (ARCT-PA), junto com a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) do Pará e outras entidades, irão promover uma ação de Prevenção da Doença Renal.

Há cinco anos o projeto conta com profissionais e estudantes da área da saúde, que auxiliam no esclarecimento de dúvidas e na realização de exames preventivos. “Cerca de 40% dos pacientes que dão entrada nos hospitais nos setores de urgência e emergência apresentam algum sintoma de doenças renais”, explica a diretora da ARCT-PA, Belina Soares. Segundo Berlina, exames podem ajudar a detectar a doença precocemente. 

“É aconselhável que as pessoas procurem realizar, no mínimo duas vezes ao ano, exames de sangue para creatinina e análise urinária, já quem em alguns casos os sintomas podem não ser percebidos”, disse. A diretora comenta ainda que 60% dos pacientes que apresentam as doenças renais são hipertensos ou diabéticos. Esse ano a campanha de prevenção e conscientização sobre as doenças renais será realizada hoje, 30 de março, no Centro Social da Catedral da Sé, localizado na Rua Dr. Assis, número 130, no Bairro da Cidade Velha, de 8h às 12h. 

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Além dos exames de prevenção das doenças dos rins, os participantes vão poder contar também com exames de glicose, hepatites, medida de IMC, orientação nutricional e oftalmologia.

TRANSPLANTES

Para a SBN a melhor alternativa de tratamento para as disfunções renais é a realização do transplante. A diretora da associação lembra que os pacientes que já passaram pelo transplante de rins não podem ser considerados curados, mas estão aptos a ter uma rotina normal. “O transplante não é uma cura e sim, uma forma de dar maior qualidade de vida ao paciente”, diz.

(Diário do Pará)

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