Correio de Carajás

Mercado segurador se reinventa

Ninguém é capaz de prever o futuro e, consequentemente, está sujeito a eventuais adversidades. Uma pane elétrica, um pneu furado e até um notebook danificado podem causar grandes estragos no bolso de uma pessoa desprecavida. Para garantir a segurança de bens e da própria vida, um número cada vez maior de consumidores tem recorrido às seguradoras, que além dos ramos tradicionais de cobertura, como ameaça ao patrimônio (transportes, habitações, riscos financeiros) também passaram a oferecer cobertura para dispositivos móveis – smartphones e tablets entre eles.

Em entrevista ao Jornal CORREIO, o corretor de seguros e empresário Ricardo Pianho falou sobre o desempenho do setor na cidade, novas tecnologias e perfil de contratantes. Segundo ele, antigamente, apenas grande empresas buscavam o serviço, o que foi mudando ao longo do tempo. “São dois perfis, o primeiro, que é uma minoria, que se preocupa com o amanhã e com o seu bem. E o segundo é aquele que já sofreu a perda e agora está querendo se precaver”, esclareceu.

O corretor acrescenta que devido a este momento de crise, as pessoas têm se preocupado com a segurança de seus bens e buscado mais o serviço das seguradoras. “Hoje, com a evolução do mercado, há várias alternativas para você poder fazer um seguro. Não é igual antigamente”, ressaltou, dizendo que com o mercado mais competitivo os preços ficaram mais acessíveis.

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Ricardo destaca que, hoje, há centenas de modalidades de seguro colocadas à disposição no mercado. Algumas, porém, se destacam e estão entre as mais procuradas. “O que a gente fala que é o feijão com arroz do corretor de seguros, é o seguro auto, que envolve automóvel, bicicleta, caminhão, e outros tipos de veículos. Mas outras modalidades, que antes não tinham muita procura, como o seguro residencial, já começam a ser mais demandados”, explica.

“Às vezes, a pessoa não tem a consciência de que paga R$2 mil em um seguro de carro de R$30 mil, e em uma casa de R$400 mil, por um seguro de incêndio, esse valor não chega a R$200, e isso por ano”, reiterou. Para o empresário, as pessoas deixam de contratar apólices de seguro, não pelo preço, mas por desconhecerem o tamanho do dano depois que acontece o pior.

Novas modalidades

De acordo com Ricardo, o seguro de aparelhos portáteis tornou-se comum nos últimos anos, com cobertura para smartphones, tablets e notebooks. Ele diz que a corretora da qual é sócio em Marabá não trabalha apenas com os serviços convencionais. “Nós investimos também em diferentes ramos para dar maior retorno a nossa carteira de clientes. A gente faz seguro de helicópteros, avião, barcos, lanchas. Hoje tem até seguro-saúde para animal. Nós não fazemos, mas têm”, informou.

Para ele, o sucesso dessas novas modalidades depende da qualificação dos corretores, que devem se atualizar constantemente sobre o que o mercado está demandando. “A gente fala o quanto é importante ter um corretor qualificado para poder fazer um trabalho em relação ao seguro. Como a era digital está muito avançada, você pode entrar em um site e fazer uma cotação de seguro auto, só que as pessoas estão se esquecendo das entrelinhas. Cadê o teu suporte?”, indagou. Ele afirma que o profissional tem que saber traduzir para o cliente o serviço ofertado e se a apólice contratada corresponde as necessidades dele. (Nathália Viegas)

 

Ninguém é capaz de prever o futuro e, consequentemente, está sujeito a eventuais adversidades. Uma pane elétrica, um pneu furado e até um notebook danificado podem causar grandes estragos no bolso de uma pessoa desprecavida. Para garantir a segurança de bens e da própria vida, um número cada vez maior de consumidores tem recorrido às seguradoras, que além dos ramos tradicionais de cobertura, como ameaça ao patrimônio (transportes, habitações, riscos financeiros) também passaram a oferecer cobertura para dispositivos móveis – smartphones e tablets entre eles.

Em entrevista ao Jornal CORREIO, o corretor de seguros e empresário Ricardo Pianho falou sobre o desempenho do setor na cidade, novas tecnologias e perfil de contratantes. Segundo ele, antigamente, apenas grande empresas buscavam o serviço, o que foi mudando ao longo do tempo. “São dois perfis, o primeiro, que é uma minoria, que se preocupa com o amanhã e com o seu bem. E o segundo é aquele que já sofreu a perda e agora está querendo se precaver”, esclareceu.

O corretor acrescenta que devido a este momento de crise, as pessoas têm se preocupado com a segurança de seus bens e buscado mais o serviço das seguradoras. “Hoje, com a evolução do mercado, há várias alternativas para você poder fazer um seguro. Não é igual antigamente”, ressaltou, dizendo que com o mercado mais competitivo os preços ficaram mais acessíveis.

Ricardo destaca que, hoje, há centenas de modalidades de seguro colocadas à disposição no mercado. Algumas, porém, se destacam e estão entre as mais procuradas. “O que a gente fala que é o feijão com arroz do corretor de seguros, é o seguro auto, que envolve automóvel, bicicleta, caminhão, e outros tipos de veículos. Mas outras modalidades, que antes não tinham muita procura, como o seguro residencial, já começam a ser mais demandados”, explica.

“Às vezes, a pessoa não tem a consciência de que paga R$2 mil em um seguro de carro de R$30 mil, e em uma casa de R$400 mil, por um seguro de incêndio, esse valor não chega a R$200, e isso por ano”, reiterou. Para o empresário, as pessoas deixam de contratar apólices de seguro, não pelo preço, mas por desconhecerem o tamanho do dano depois que acontece o pior.

Novas modalidades

De acordo com Ricardo, o seguro de aparelhos portáteis tornou-se comum nos últimos anos, com cobertura para smartphones, tablets e notebooks. Ele diz que a corretora da qual é sócio em Marabá não trabalha apenas com os serviços convencionais. “Nós investimos também em diferentes ramos para dar maior retorno a nossa carteira de clientes. A gente faz seguro de helicópteros, avião, barcos, lanchas. Hoje tem até seguro-saúde para animal. Nós não fazemos, mas têm”, informou.

Para ele, o sucesso dessas novas modalidades depende da qualificação dos corretores, que devem se atualizar constantemente sobre o que o mercado está demandando. “A gente fala o quanto é importante ter um corretor qualificado para poder fazer um trabalho em relação ao seguro. Como a era digital está muito avançada, você pode entrar em um site e fazer uma cotação de seguro auto, só que as pessoas estão se esquecendo das entrelinhas. Cadê o teu suporte?”, indagou. Ele afirma que o profissional tem que saber traduzir para o cliente o serviço ofertado e se a apólice contratada corresponde as necessidades dele. (Nathália Viegas)

 

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