Correio de Carajás

Latrocida na mira da polícia

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O Disque Denúncia lançou um cartaz de “procurado” contra Cleiton Pereira da Silva, indiciado por latrocínio, cuja vítima foi o caminhoneiro José Joel de Souza, crime ocorrido em 16 de maio deste ano, na Folha 26. O caso ganhou repercussão no início do mês passado, quando a Polícia Civil conseguiu desvendar o crime e descobriu que a morte de José Joel foi um acidente de percurso de uma quadrilha especializada em roubo de cargas na região.

Graças a investigação conduzida pelo delegado Toni Vargas, foram presos o empresário Rodrigo de Oliveira Jadjiski, acusado de contratar assaltantes para tomar caminhões de assalto e roubar as cargas; Gimiclei Silva Souza, o “Binga”; Leonardo Barbosa de Oliveira, o “Lalá” ou “Léo”; e Francisco Pereira dos Santos, o “Seboso”, este último preso em Dom Eliseu, é acusado de ter apertado o gatilho e tirado a vida do caminhoneiro.

O quinto acusado preso é André Guilherme Santa Brígida Cordeiro, gerente do mercadinho pertencente a Jadjiski, onde estava grande parte das cargas roubadas. Ele foi preso por receptação qualificada. Falta prender agora o sexto acusado. Os outros cinco continuam atrás das grades.

Leia mais:

Segundo informou o delegado Toni Vargas, a quadrilha liderada por Jadjiski roubava cargas avaliadas acima de R$ 60 mil, distribuía em depósitos alugados pelo empresário (alguns locados por dois ou três dias apenas) e de lá eram revendidas para os receptadores, em geral comerciantes que compravam o produto sabendo que se tratava de carga roubada.

Ainda de acordo com o policial, o bando se reunia, geralmente, 24 horas antes do crime e definiam o alvo de toda a logística para interceptar a carga. A morte de José Joel aconteceu porque a vítima reagiu ao assalto.

Delegado Toni Vargas disse que a prisão dos bando foi apenas o final de uma primeira fase. “A partir daqui a gente vai encontrar outros elementos a fim de responsabilizar mais pessoas que cometem esse tipo de delito na região”, afirmou.

O foco principal das investigações, desde a prisão dos acusados, em 5 de julho, tem sido descobrir quem são esses receptadores. As investigações estão em curso.

 

O Disque Denúncia lançou um cartaz de “procurado” contra Cleiton Pereira da Silva, indiciado por latrocínio, cuja vítima foi o caminhoneiro José Joel de Souza, crime ocorrido em 16 de maio deste ano, na Folha 26. O caso ganhou repercussão no início do mês passado, quando a Polícia Civil conseguiu desvendar o crime e descobriu que a morte de José Joel foi um acidente de percurso de uma quadrilha especializada em roubo de cargas na região.

Graças a investigação conduzida pelo delegado Toni Vargas, foram presos o empresário Rodrigo de Oliveira Jadjiski, acusado de contratar assaltantes para tomar caminhões de assalto e roubar as cargas; Gimiclei Silva Souza, o “Binga”; Leonardo Barbosa de Oliveira, o “Lalá” ou “Léo”; e Francisco Pereira dos Santos, o “Seboso”, este último preso em Dom Eliseu, é acusado de ter apertado o gatilho e tirado a vida do caminhoneiro.

O quinto acusado preso é André Guilherme Santa Brígida Cordeiro, gerente do mercadinho pertencente a Jadjiski, onde estava grande parte das cargas roubadas. Ele foi preso por receptação qualificada. Falta prender agora o sexto acusado. Os outros cinco continuam atrás das grades.

Segundo informou o delegado Toni Vargas, a quadrilha liderada por Jadjiski roubava cargas avaliadas acima de R$ 60 mil, distribuía em depósitos alugados pelo empresário (alguns locados por dois ou três dias apenas) e de lá eram revendidas para os receptadores, em geral comerciantes que compravam o produto sabendo que se tratava de carga roubada.

Ainda de acordo com o policial, o bando se reunia, geralmente, 24 horas antes do crime e definiam o alvo de toda a logística para interceptar a carga. A morte de José Joel aconteceu porque a vítima reagiu ao assalto.

Delegado Toni Vargas disse que a prisão dos bando foi apenas o final de uma primeira fase. “A partir daqui a gente vai encontrar outros elementos a fim de responsabilizar mais pessoas que cometem esse tipo de delito na região”, afirmou.

O foco principal das investigações, desde a prisão dos acusados, em 5 de julho, tem sido descobrir quem são esses receptadores. As investigações estão em curso.

 

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