Correio de Carajás

Insumos para a CoronaVac devem chegar até o dia 3 de fevereiro

Foto: Rovena Rosa
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp

O Instituto Butantan prevê a chegada de 5,4 mil litros de insumos necessários para a produção da vacina CoronaVac ao Brasil até o dia 3 de fevereiro. A informação foi dada em entrevista coletiva hoje (26) logo após o governo paulista se reunir virtualmente com o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming. A CoronaVac é uma vacina contra o novo coronavírus produzida em uma parceria do Instituto Butantan com a farmacêutica chinesa Sinovac.

Segundo Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, esses 5,4 mil litros serão suficientes para produzir em torno de 8,6 milhões de doses da vacina. Ele explicou que mais 5,6 mil litros deverão chegar ao país em breve, o suficiente para produzir mais 8,6 milhões de doses. Após chegarem ao país, essas vacinas serão produzidas e envasadas, além de passar por um processo de qualidade que deve durar em torno de 20 dias. Só então elas são liberadas para a vacinação.

“Uma dose de vacina tem 0,62 ml”, explicou Dimas Covas. “Na verdade, uma dose da vacina aplicada corresponde a 0,50 ml. Mas, pela regulamentação internacional, temos que colocar 0,62 ml no frasco. Então, um frasco que tenha 10 doses, se houver precisão na hora de retirada de 0,50 ml, um frasco pode render não só dez, mas 12 doses. Se houver grande observação de quem aplica a vacina, não houver desperdício, teremos a possibilidade de, com um frasco de dez doses imunizar 12 pessoas”, explicou Dimas Covas.

Leia mais:

Pelo contrato estabelecido entre o Instituto Butantan e a Sinovac, o Brasil irá receber, até abril, 46 milhões de doses da vacina, quantidade que pode se expandir para até outras 54 milhões de doses, caso haja interesse do Brasil. Até este momento, o Instituto Butantan já recebeu 10,8 milhões de doses, sendo que mais de 6 milhões delas já estão sendo empregadas na vacinação no país.

Participando da entrevista coletiva, de forma virtual, o embaixador ressaltou a parceria entre Brasil e China e falou da importância da vacina para conter a pandemia do novo coronavírus. “Vacinas são uma arma para conter a pandemia e garantir a saúde do povo e não instrumento político”, disse. “A situação da pandemia é incerta. Haverá demanda urgente e de longo prazo pelas vacinas”, acrescentou. (Agência Brasil)

Comentários

Mais

Projeto que cria linhas de ônibus turísticas em Parauapebas será votado nesta terça (22)

Projeto que cria linhas de ônibus turísticas em Parauapebas será votado nesta terça (22)

Consta na pauta da Sessão Ordinária desta terça-feira (22) da Câmara Municipal de Parauapebas o Projeto de Lei Nº 54…
"Não é sobre partidos", afirma Ivete Sangalo sobre 500 mil mortes; veja outras reações

"Não é sobre partidos", afirma Ivete Sangalo sobre 500 mil mortes; veja outras reações

O Brasil ultrapassou o número de 500 mil mortes por Covid-19 e a cantora Ivete Sangalo compartilhou uma postagem no Instagram lamentado…
Vacina contra covid não tem efeito magnético

Vacina contra covid não tem efeito magnético

INVESTIGADO POR:  VERIFICADO POR: É falso que a vacina contra a covid-19 deixe a pele “magnética”. Ao contrário do que…
Unidades judiciais de Carajás e do Araguaia têm nova etapa de retorno gradual

Unidades judiciais de Carajás e do Araguaia têm nova etapa de retorno gradual

A presidência do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) estabelece que as unidades administrativas e judiciárias integrantes da Regiões do…
Produção de abacaxi e mandioca se destaca na Região do PA Lajedo

Produção de abacaxi e mandioca se destaca na Região do PA Lajedo

Da casa do agricultor Jedeon Miranda de Andrade, 33 anos, à produção de abacaxi, percorremos quase dois quilômetros, passando primeiro…
Moradores próximos ao Ramal S11D protestam em ferrovia

Moradores próximos ao Ramal S11D protestam em ferrovia

Em manifestação pacífica ocorrida neste domingo (20), no quilômetro 18 da Estrada de Ferro Carajás, em trecho do Ramal S11D,…