Correio de Carajás

Idoso pega 8 anos de cadeia por abusar de criança de 7

Julgado cinco anos depois dos abusos, idoso foi condenado a oito anos de detenção | Foto: Ilustração
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Um idoso de 73 anos foi condenado a oito anos de reclusão, em regime semiaberto, pelo crime de estupro de vulnerável. A decisão foi tomada em junho pelo juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca de Marabá, mas apenas agora foi publicada. Raimundo Ribeiro Feitoza é acusado da prática de ato libidinoso com uma criança de sete anos. O crime ocorreu há quase cinco anos.

Nos autos do processo, é narrado que o idoso tocou nos seios, na barriga e na genitália da infante. Depois, ofereceu dinheiro e doces para praticar outros atos sexuais. Quando tudo aconteceu, em outubro de 2015, a vítima estava sozinha no quarto. Foi então que Raimundo apareceu na janela, pediu para que a criança se aproximasse e iniciou os abusos.

O avô da vítima declarou que acionou o Conselho Tutelar e registrou ocorrência ao saber, por vizinhos, que o réu estava pegando nos seios e na vagina da criança. Afirmou que mais de um vizinho presenciou os fatos, mas preferiu não revelar nomes, aduzindo que soube que a situação ocorreu apenas uma vez. Raimundo teria pedido para retirar a queixa, oferecendo-lhe uma casa em troca. Nada feito.

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A testemunha de acusação, que elaborou parecer psicológico da criança, declarou em juízo que a infante lhe descreveu de forma coerente que Raimundo acariciou suas partes íntimas pela janela, afirmando que os relatos não condiziam com uma fantasia. Asseverou que as declarações da infante pareciam reais, tendo ela relatado como os abusos sexuais ocorreram.

Em seu interrogatório judicial, o acusado declarou em juízo que era vizinho da vítima, relatando que a criança pediu dinheiro emprestado, tendo ele dado R$ 3. Questionado sobre os fatos em apuração, o réu não quis responder.

A materialidade e a autoria do crime foram provadas pelo inquérito policial, iniciado por portaria. Citado nos autos, Raimundo, que era representado por advogada particular, apresentou resposta escrita às alegações. Com a condenação, o acusado foi isento do pagamento das despesas processuais. Ele também ganhou o direito de continuar em liberdade. (Da Redação)

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