Foto: reprodução
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Com a proposta de intensificar as ações de prevenção e enfrentamento ao tráfico humano no Pará, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), realiza a Semana Estadual de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, com ações educativas em escolas públicas e no Aeroporto Internacional de Belém.

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Nesta quarta-feira (31), os representantes da rede estarão no aeroporto, das 11h às 12h, para orientar e alertar as pessoas que transitam pelo local sobre o atendimento humanizado às vítimas que tiveram seus direitos violados, como parte das ações alusivas ao Dia Mundial de Combate ao Tráfico de Pessoas – oficializada hoje, dia 30.

A semana visa mostrar o sofrimento vivido por pessoas que são ou foram vítimas do tráfico, bem como informar sobre as modalidades do crime e como identificá-lo para mobilizar a população, instituições públicas e privadas, assim como a rede de serviços, no enfrentamento ao tráfico de pessoas, segundo explica o coordenador de Enfrentamento ao Trabalho Escravo e Tráfico de Pessoas (CTETP), da Sejudh, Renato Menezes.

Intitulada “Coração Azul”, a programação começou nesta segunda-feira, 29, com uma oficina na escola “José Valente Ribeiro” sobre a temática voltada aos agentes públicos e os moradores do bairro da Cabanagem. Paralelamente, o Theatro da Paz e o Tribunal de Justiça do Estado estão com a iluminação na cor azul, símbolo da campanha.

Nesta terça-feira (30), a equipe técnica ministrou palestras voltadas para o atendimento humanizado à comunidade aeroportuária de forma geral. Ainda no aeroporto, iniciou a veiculação permanente de um vídeo sobre a temática produzida pela Secretaria de Comunicação do Estado (Secom). A conscientização e a articulação de politicas públicas são os principais objetivos da Sejudh, juntamente com a Comissão Estadual de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Trabalho Escravo (COETRAE), durante a campanha que seguirá até o dia 31 de julho.

No Pará, denúncias sobre tráfico de pessoas podem ser feitas pelo disque 100 e 180. A identidade do denunciante é preservada. O trabalho é realizado com os demais órgãos da rede de monitoramento da política pública que integram a COETRAE.

(Agência Pará)

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