Correio de Carajás

Família Da Paz fica em silêncio nas oitivas sobre o assassinato de vendedor de joias

CASO EDILSON

Edilson Pereira foi assassinado e teve o cadáver jogado no Rio Itacaiúnas
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Todos os sete presos acusados de envolvimento na morte do vendedor de joias, Edilson Pereira de Sousa, já foram ouvidos pela Polícia Civil de Marabá, que investiga o brutal assassinato. Os quatro que foram presos fora da cidade tiveram de ser ouvidos por meio de carta precatória. Conforme vem sendo noticiado, entre os presos, quatro são da mesma família e todos eles ficaram em silêncio durante o interrogatório, conforme apurado pela reportagem do CORREIO.

Na verdade, ainda conforme a mesma fonte, apenas os acusados Mateus Mendes e Bruno Glender decidiram responder às perguntas da autoridade policial. Mas a reportagem não teve acesso ao teor de seus depoimentos.

Por outro lado, Oinotna Silva Ferreira (Tina) e sua filha Gabryella Ferreira Bogéa (Gaby), presas em Foz do Iguaçu (PR); e Rafael Ferreira de Abreu, que é filho de Tina e irmão de Gaby, capturado em Goiânia (GO), permaneceram em silêncio.

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Além desses cinco está presa em Marabá, Alanna Camila Macedo Vieira, e Maria da Paz Silva Ferreira, a Da Paz, que é mãe de Tina e avó de Gaby e Rafael. Da Paz está em prisão domiciliar.

A Polícia Civil tem até o próximo dia 30 para concluir o inquérito e remetê-lo ao Poder Judiciário, para que a Justiça defina se os acusados permanecerão presos ou terão direito de responder ao crime em liberdade. A Polícia Civil corre contra o tempo para encaminhar o procedimento até segunda-feira (25).

O caso

Edilson Pereira foi assassinado por facadas e estrangulamento no dia 13 de abril deste ano e teve o corpo jogado nas águas do Rio Itacaiúnas, em Marabá, sendo encontrado dois dias depois. A vítima morava em Parauapebas e tinha muitos familiares em Conceição do Araguaia.

De acordo com investigações da Polícia Civil, a motivação para o crime foi que uma das pessoas presas devia quase R$ 2 milhões para Edilson. Essa dívida, aliás, já vinha se acumulando há alguns anos. Inclusive tentaram negociar imóveis para abater o débito, mas Edilson se recusou e acabou atraído para uma cilada e executado. (Chagas Filho)

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