Correio de Carajás

Evento marca um ano de rede de proteção

Conselheiras divulgam a um ano de criação da Rede Municipal de Prevenção, Enfrentamento e Proteção à Violência Contra a Mulher/ Foto: Josseli Carvalho
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O Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher (Comdim) realiza nesta quinta-feira (29), as 14 horas, evento comemorativo para celebrar um ano de criação da Rede Municipal de Prevenção, Enfrentamento e Proteção à Violência Contra a Mulher. A cerimônia acontece na Câmara Municipal de Marabá e tem o intuito de conectar as instituições em prol dessa luta. A data faz alusão ao Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher que aconteceu no dia 25 deste mês.

Segundo Julia Rosa Veloso, presidente do Comdim, a celebração é importante para o fortalecimento das instituições em relação ao combate da violência contra mulher. “O trabalho das entidades é um trabalho forte. A sociedade civil tem um movimento forte de trabalho com as mulheres e isso tem feito a diferença. A sociedade tem realizado esse esforço de chamar a atenção dos responsáveis pela segurança e de envolver todos nessa rede de proteção”.

Segundo a presidente do conselho, houve uma diminuição dos casos de feminicídio em 2018, quando comparado com o ano passado. O feminicídio é o assassinato de uma mulher pela condição de ser mulher. Suas motivações mais evidentes são o ódio, o desprezo ou o sentimento de perda do controle e da propriedade sobre o sexo oposto, comuns em sociedades marcadas pela associação de papéis discriminatórios ao feminino, como o que se observa no Brasil.

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Segundo a conselheira, apesar dos avanços, ainda há muito para ser feito. “Nós precisamos ter a Delegacia da Mulher funcionando com os plantões 24 horas em tempo integral, o Propaz precisa de fato acontecer pleno aqui no município de Marabá, porque não funciona no final de semana”.

­­­­O Propaz Integrado está localizado na Avenida Espirito Santo, no Bairro Amapá, e reúne Delegacia da Mulher, Polícia Militar, assistência social, serviços de psicologia, médico e de perícia, além da patrulha Maria da Penha. O programa atende mulheres, crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica, familiar ou sexual. (Adriana Oliveira)

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