Correio de Carajás

Entra e sai: Ismael assume Prefeitura de Jacundá e promete pagamento de salários

Quase dois mil servidores da Prefeitura Municipal de Jacundá vão sofrer atraso no recebimento dos salários referentes ao mês de agosto. O imbróglio político entre Legislativo e Executivo é um dos fatores em decorrência de saída e entrada de prefeitos. Atualmente no cargo, o prefeito interino Ismael Barbosa assumiu a função na manhã de hoje, terça-feira (5), após o afastamento do titular pela Câmara de Vereadores.

Ismael Barbosa foi enfático ao afirmar que a prioridade de sua administração é o pagamento dos salários. “Vamos agilizar o quanto antes a liberação do pagamento. Já estamos em contato com a agência bancária e até a próxima sexta-feira (dia 8) queremos efetuar a liberação dos salários nas contas dos servidores”.

Para entender o que está acontecendo, por ordem dos acontecimentos, primeiro o gestor foi afastado temporariamente no dia 9 de agosto pela Câmara Municipal, que o acusa de “ilegalidade do contrato de locação do imóvel onde funciona o Fundo Municipal de Assistência Social e do Programa Bolsa Família; superfaturamento dos preços na aquisição de peças para veículos automotores; dispensas de licitação; contratações por inexigibilidade de licitação; e falta de transparência/ausência de informações no Mural de Licitação”. A celeuma gerou uma Comissão Processante, responsável pelo afastamento.

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No seu lugar assumiu o vice-prefeito e até então fiel amigo, o pecuarista Ismael Barbosa, que permaneceu por 19 dias na cadeira de prefeito. A Justiça local mandou barrar os trabalhos da comissão, com a seguinte determinação: “suspensão imediata do Decreto Legislativo nº 003/2017-GP/CMJ/PA, que decretou o afastamento temporário do impetrante; b) o imediato retorno do impetrante, senhor José Martins de Melo Filho ao cargo de Prefeito Municipal de Jacundá; c) sejam paralisados os trabalhos da Comissão Processante instaurada”.

Ontem, segunda-feira (4), uma nova denúncia contra o prefeito José Martins chegou ao Poder Legislativo e foi apresentada durante a sessão ordinária. Por unanimidade, a denúncia de improbidade administrativa acabou aprovada e na mesma sessão o afastamento do prefeito por 90 dias recebeu o “sim” de 12 dos 13 edis. A exceção foi o vereador Edson Ferreira de Souza, o Edinho da Prefeitura. (Antônio Barroso)

 

Quase dois mil servidores da Prefeitura Municipal de Jacundá vão sofrer atraso no recebimento dos salários referentes ao mês de agosto. O imbróglio político entre Legislativo e Executivo é um dos fatores em decorrência de saída e entrada de prefeitos. Atualmente no cargo, o prefeito interino Ismael Barbosa assumiu a função na manhã de hoje, terça-feira (5), após o afastamento do titular pela Câmara de Vereadores.

Ismael Barbosa foi enfático ao afirmar que a prioridade de sua administração é o pagamento dos salários. “Vamos agilizar o quanto antes a liberação do pagamento. Já estamos em contato com a agência bancária e até a próxima sexta-feira (dia 8) queremos efetuar a liberação dos salários nas contas dos servidores”.

Para entender o que está acontecendo, por ordem dos acontecimentos, primeiro o gestor foi afastado temporariamente no dia 9 de agosto pela Câmara Municipal, que o acusa de “ilegalidade do contrato de locação do imóvel onde funciona o Fundo Municipal de Assistência Social e do Programa Bolsa Família; superfaturamento dos preços na aquisição de peças para veículos automotores; dispensas de licitação; contratações por inexigibilidade de licitação; e falta de transparência/ausência de informações no Mural de Licitação”. A celeuma gerou uma Comissão Processante, responsável pelo afastamento.

No seu lugar assumiu o vice-prefeito e até então fiel amigo, o pecuarista Ismael Barbosa, que permaneceu por 19 dias na cadeira de prefeito. A Justiça local mandou barrar os trabalhos da comissão, com a seguinte determinação: “suspensão imediata do Decreto Legislativo nº 003/2017-GP/CMJ/PA, que decretou o afastamento temporário do impetrante; b) o imediato retorno do impetrante, senhor José Martins de Melo Filho ao cargo de Prefeito Municipal de Jacundá; c) sejam paralisados os trabalhos da Comissão Processante instaurada”.

Ontem, segunda-feira (4), uma nova denúncia contra o prefeito José Martins chegou ao Poder Legislativo e foi apresentada durante a sessão ordinária. Por unanimidade, a denúncia de improbidade administrativa acabou aprovada e na mesma sessão o afastamento do prefeito por 90 dias recebeu o “sim” de 12 dos 13 edis. A exceção foi o vereador Edson Ferreira de Souza, o Edinho da Prefeitura. (Antônio Barroso)