Correio de Carajás

Em vídeo, alunos da rede de Parauapebas pedem retorno do ensino presencial

Estudantes de ensino remoto em Parauapebas pedem aulas presenciais
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“Ontem mandaram uma atividade com a seguinte pergunta: Para você qual seria a escola dos seus sonhos? Para mim a escola dos meus sonhos é a que tem aula!”. A frase é de um jovem aluno da rede municipal de ensino de Parauapebas em um vídeo divulgado na quinta-feira (4) nas redes sociais.

A divulgação foi o suficiente para levantar novamente a discussão sobre as aulas remotas, opção adotada pelo município desde o ano passado devido à pandemia do novo coronavírus e mantida no retorno às aulas do dia 1° de fevereiro deste ano. A decisão foi contrária à das escolas particulares, que adotaram novamente o ensino presencial.

O vídeo prossegue e desta vez três alunas afirmam que a escola dos sonhos é a que oferta a mesma oportunidade das escolas particulares. “Nós também sabemos usar máscara e álcool em gel”, disse uma das alunas. Por último, um grupo de sete estudantes pede “aulas presenciais já”.

Leia mais:

O Sindicato dos Trabalhadores e das Trabalhadoras em Educação Pública do Pará (SITEPP) divulgou uma nota nesta sexta-feira (5), destinada aos professores e à comunidade, se posicionando pela manutenção da didática adotada, ou seja, favorável às aulas online.

“Foram inúmeras pesquisas públicas sobre a postura que o grupo da educação deveria adotar. Em todas, o resultado sempre foi o mesmo: esperar a crise pandêmica passar”, cita trecho da nota.

O texto sustenta, ainda, que neste período havia “basicamente duas alternativas”: a de voltar para aula presencial sem vacina e arcar com as possíveis consequências ou adotar o bom senso e retornar com segurança, tendo a vacina como garantia para a vida das pessoas. “A opção, evidente, foi clara. A preservação da vida é suprema, absoluta e inegociável”, destaca o posicionamento.

A postura final do SINTEPP de Parauapebas é o retorno às aulas presenciais condicionado à proteção da vacina para 100% da população. Por fim, o sindicato pede que os professores continuem executando corajosamente suas atividades em home office. (Theíza Cristine)

Assista ao vídeo:

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