Correio de Carajás

Clube da Palavra

Mari Hipólito, mulher sorrindo com cabelo cacheado, segurando um livro, para a Coluna do Clube da Palavra.

A leitura como fonte de repertório linguístico e expressão social

Enfim chegou a nossa primeira coluna do ano de 2026! Terminamos o ano de 2025 falando que ler também é hábito! Hoje, para reforçar a importância deste hábito, trago duas obras da literatura brasileira: VIDAS SECAS (1938), de Graciliano Ramos, e A HORA DA ESTRELA (1977), de Clarice Lispector; dois clássicos que fazem parte do […]

A leitura como fonte de repertório linguístico e expressão social Read More »

Emma Bovary: a precursora do adultério feminino na literatura

A Coluna de hoje traz de volta a personagem feminina mais famosa da Literatura Francesa, a mais polêmica, a precursora do adultério feminino na Literatura: Emma Bovary, e o clássico dos clássicos Madame Bovary (1857), de Gustave Flaubert. A obra literária já teve mais de quinze adaptações para cinema mundial. EMMA foi a fonte de

Emma Bovary: a precursora do adultério feminino na literatura Read More »

ELENA FERRANTE: um passeio pela alma de uma mulher abandonada

“Uma tarde de abril, logo após o almoço, meu marido comunicou que queria me deixar. Fez isso enquanto retirávamos a mesa, as crianças brigavam como sempre no outro cômodo (…). Disse-me que estava confuso, que vivia maus momentos de cansaço, de insatisfação, talvez de covardia. Falou por muito tempo dos nossos quinze anos casados, dos

ELENA FERRANTE: um passeio pela alma de uma mulher abandonada Read More »

A literatura deve ser moralizante? (Parte 2)

Para continuarmos a refletir sobre a (não) função moralizante da Literatura, trago hoje MADAME BOVARY, de Gustave Flaubert, este que é um clássico não apenas da Literatura Francesa, mas um clássico da Literatura Ocidental. O romance, publicado incialmente como folhetim (1856), abordou o adultério feminino e escandalizou a sociedade francesa do século XIX, em razão

A literatura deve ser moralizante? (Parte 2) Read More »