Correio de Carajás

DEZ DE CABO A RABO: Boi Estrela Dalva é campeão dos festejos juninos

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Nem precisava de jurados. Qualquer leigo que assistiu às apresentações dos cinco bois-bumbás finalistas dos Festejos Juninos 2017, em Marabá, saberia discernir quem seria o grande campeão. A final aconteceu na noite desta quinta-feira, 29, na arena montada no Bairro Santa Rosa, núcleo Marabá Pioneira, e apontou com vencedor o Boi Estrela Dalva, que recebeu do Corpo de Jurados nota 10 em todos os seis quesitos.

O resultado foi divulgado pela coordenação por volta de 1 madrugada desta sexta-feira, dia 30.

Estrela Dalva é um típico representante dos ruminantes que se enquadram na raça Nelore, aquela branquinha, de grande valor comercial no Pará. Comeu capim de primeira qualidade e não dispensou ração vitaminada.

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Originário do Bairro Independência, no núcleo Cidade Nova, o Estrela Dalva foi fundado em 1993, tendo como mentor o mestre Genival, mas agregou também outros pioneiros, como Pinheiro, Francisquinho, Chico, Porteiro e João Peba, que já descansaram.

O boi campeão levou à arena 110 componentes e foi o único a conquistar nota 10 no quesito inovação. Quem chegou mais perto foi o Flor do Campo, segundo colocado, que também recebeu nota máxima nos outros elementos e 9,90 em inovação. Treme Terra alcançou o terceiro lugar, com 56,80 pontos no geral. Foi seguido por Rei do Campo, com 55,10 e Senador, que ficou em quinto lugar com a nota 53,30.

Como vencedor na categoria, o Estrela Dalva ganhou troféu e mais um prêmio em dinheiro no valor de R$ 4.000,00. Flor do Campo recebeu troféu e R$ 2.000,00 e Treme Terra levou R$ 1.500,00 e troféu.

O presidente da Liga Cultural Marabá, Cláudio Roberto, elogiou a performace dos grupos e a evolução que tiveram. Elogiou a lisura do concurso e contribuição da Prefeitura por intermédio da Secretaria de Cultura.  

O secretário municipal de Cultura, José Scherer, não quis usar da palavra e preferiu atuar todas as noites nos bastidores, permitindo o protagonismo aos grupos juninos.

Na noite desta sexta-feira, 30, ocorre a final das quadrilha do Grupo B dos festejos organizados pela Prefeitura de Marabá. Amanhã, sábado, será a última noite de programação na arena junina, com a disputa dos primeiros lugares entre as quadrilhas do Grupo A.

Mas muitos expectadores se posicionaram na comparação de evolução entre as quadrilhas e os bois-bumbás. José Ricardo Nunes, professor de Literatura, sugeriu que cada quadrilha do grupo A adote um boi-bumbá no próximo ano, orientando suas performances, para que o evento seja mais bonito e acirrado. “As quadrilhas só evoluíram quando saíram do amadorismo e trouxeram para seus grupos coreógrafos e os melhores dançarinos da cidade”, disse Ricardo.

Já a dentista Júlia Ingrid, que foi levar os filhos para assistirem aos festejos e saborear comida típica desta época do ano, disse notar que os cantores dos bois precisam, também ser renovados. “A gente não entende nada do que eles cantam. Não é assim com a maioria das quadrilhas. Então, na minha opinião, podemos melhorar ano a ano nesta festa maravilhosa”, sintentizou. (Ulisses Pompeu)

 

 

Nem precisava de jurados. Qualquer leigo que assistiu às apresentações dos cinco bois-bumbás finalistas dos Festejos Juninos 2017, em Marabá, saberia discernir quem seria o grande campeão. A final aconteceu na noite desta quinta-feira, 29, na arena montada no Bairro Santa Rosa, núcleo Marabá Pioneira, e apontou com vencedor o Boi Estrela Dalva, que recebeu do Corpo de Jurados nota 10 em todos os seis quesitos.

O resultado foi divulgado pela coordenação por volta de 1 madrugada desta sexta-feira, dia 30.

Estrela Dalva é um típico representante dos ruminantes que se enquadram na raça Nelore, aquela branquinha, de grande valor comercial no Pará. Comeu capim de primeira qualidade e não dispensou ração vitaminada.

Originário do Bairro Independência, no núcleo Cidade Nova, o Estrela Dalva foi fundado em 1993, tendo como mentor o mestre Genival, mas agregou também outros pioneiros, como Pinheiro, Francisquinho, Chico, Porteiro e João Peba, que já descansaram.

O boi campeão levou à arena 110 componentes e foi o único a conquistar nota 10 no quesito inovação. Quem chegou mais perto foi o Flor do Campo, segundo colocado, que também recebeu nota máxima nos outros elementos e 9,90 em inovação. Treme Terra alcançou o terceiro lugar, com 56,80 pontos no geral. Foi seguido por Rei do Campo, com 55,10 e Senador, que ficou em quinto lugar com a nota 53,30.

Como vencedor na categoria, o Estrela Dalva ganhou troféu e mais um prêmio em dinheiro no valor de R$ 4.000,00. Flor do Campo recebeu troféu e R$ 2.000,00 e Treme Terra levou R$ 1.500,00 e troféu.

O presidente da Liga Cultural Marabá, Cláudio Roberto, elogiou a performace dos grupos e a evolução que tiveram. Elogiou a lisura do concurso e contribuição da Prefeitura por intermédio da Secretaria de Cultura.  

O secretário municipal de Cultura, José Scherer, não quis usar da palavra e preferiu atuar todas as noites nos bastidores, permitindo o protagonismo aos grupos juninos.

Na noite desta sexta-feira, 30, ocorre a final das quadrilha do Grupo B dos festejos organizados pela Prefeitura de Marabá. Amanhã, sábado, será a última noite de programação na arena junina, com a disputa dos primeiros lugares entre as quadrilhas do Grupo A.

Mas muitos expectadores se posicionaram na comparação de evolução entre as quadrilhas e os bois-bumbás. José Ricardo Nunes, professor de Literatura, sugeriu que cada quadrilha do grupo A adote um boi-bumbá no próximo ano, orientando suas performances, para que o evento seja mais bonito e acirrado. “As quadrilhas só evoluíram quando saíram do amadorismo e trouxeram para seus grupos coreógrafos e os melhores dançarinos da cidade”, disse Ricardo.

Já a dentista Júlia Ingrid, que foi levar os filhos para assistirem aos festejos e saborear comida típica desta época do ano, disse notar que os cantores dos bois precisam, também ser renovados. “A gente não entende nada do que eles cantam. Não é assim com a maioria das quadrilhas. Então, na minha opinião, podemos melhorar ano a ano nesta festa maravilhosa”, sintentizou. (Ulisses Pompeu)

 

 

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