Correio de Carajás

De forma irônica, Danilo confessa crimes e nega arrependimento

Foto: Polícia Civil
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Já está na Carceragem do Rio Verde, em Parauapebas, Danilo Saldanha Soares, acusado de assaltos e de matar e incendiar o corpo do mototaxista Maurivam Coimbra de Sousa, de 38 anos, crime ocorrido no dia 3 de fevereiro deste ano no Loteamento Vale das Águas, entre Parauapebas e Curionópolis, na rodovia PA-275.

Em entrevista à imprensa, quando foi preso na última quarta-feira, 6, no município de Tucumã, no sudeste do Pará, Danilo confessou os crimes e, de forma irônica, disse que não se arrependia de nada e que voltará a cometer crimes, caso seja solto. 

Segundo a polícia, Danilo é membro da Facção Criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e é responsável por inúmeros roubos nas cidades de Tucumã e Ourilândia do Norte. Ele também já tinha sido preso em Parauapebas acusado de assalto.

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Rindo e sendo irônico, ele disse que cometeu os assaltos e declarou que matou, de forma cruel o mototaxista, porque este seria estuprador. Danilo detalhou que o mototaxista, que estava no mesmo bar que ele, teria incomodado uma mulher e o acusado saiu em defesa dela, sendo que este teria ‘embaçado’ com ele. “Eu pedi para ele ir embora, mas ele embaçou comigo e foi sal”, relatou.

Perguntado se estava arrependido, ele foi irônico: “Eu não. Se fosse um pai de família, mas Jack. Jack não”, disse Danilo. Jack é como é definido no mundo do crime quem é acusado de estupro. O termo é em referência a Jack, o Estripador, pseudônimo pelo qual é conhecido um famoso assassino em série não identificado que atuou na periferia de Whitechapel, distrito de Londres e arredores em 1888.

Ele contou que matou o mototaxista, o amarrou a sua própria moto e arrastou até um descampado. Colocou a moto em cima do corpo do mototaxista, abriu o tangue da moto para escorrer a gasolina e depois ateou fogo.

Danilo admitiu também que faz parte do PCC e que entrou para a facção criminosa porque quis. “Quando sair da cadeia, com certeza vou voltar para essa vida. Ninguém vai querer dar trabalho para presidiário mesmo”, justificou. (Tina Santos – com informações de Ronaldo Modesto)

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