Correio de Carajás

CPR II tem novo comandante após coronel ser transferido para Reserva

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Por conta da transferência do coronel Almério Moraes Almeida Junior para a Reserva Remunerada da Polícia Militar, o comandante geral da Polícia Militar do Pará, coronel Hilton Celson Benigno de Souza, nomeou nesta semana o coronel Mauro Sergio Marques Silva, que até então era o subcomandante do CPR-II – 2º Comando de Policiamento Regional –, em Marabá, para ficar à frente da força.

A cerimônia oficial de troca de comando está agendada para a próxima terça-feira, dia 17, mas nesta quarta-feira (11) o coronel Mauro Sérgio – que está na Polícia Militar do Estado do Pará desde 1.922 – já se reuniu com comandantes sob a jurisdição em que irá atuar para apresentar o modo que pretende atuar e se inteirar acerca das demandas locais, que já são conhecidas em grande parte por ele. Antes de assumir o cargo no qual estava até então ele atuava como comandante do 23ª Batalhão de Polícia Militar, em Parauapebas.

A partir da nomeação, o coronel Mauro Sergio passa comandar o 4° Batalhão de Polícia Militar, em Marabá e o 23° Batalhão de Polícia Militar, em Parauapebas, além da 11ª Companhia Independente de Polícia Militar de Rondon do Pará. Está prevista, ainda, a criação de mais um batalhão – este no Núcleo Cidade Nova, em Marabá -, além de duas companhias independentes em municípios vizinhos.

Leia mais:

Dentro da jurisdição do CPR II estão os municípios de Abel Figueiredo, Bom Jesus do Tocantins, Brejo Grande do Araguaia, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado dos Carajás, Itupiranga, Marabá, Nova Ipixuna, Palestina do Pará, Parauapebas, Piçarra, Rondon do Pará, São Domingos do Araguaia, São Geraldo do Araguaia e São João do Araguaia.

O trabalho de Mauro Sergio deverá ser pautado na qualificação da tropa e no emprego dela a partir das estatísticas da inteligência da Polícia Militar nesta região, apontando os indicadores de onde ocorrem os crimes e em quais horários são mais frequentes. A partir disso, é possível espalhar a tropa de maneira a tentar evitar e coibir a criminalidade. A fórmula que vinha sendo aplicada deverá ser mantida, com algumas alterações de gestão. (Chagas Filho e Luciana Marschall)

 

Por conta da transferência do coronel Almério Moraes Almeida Junior para a Reserva Remunerada da Polícia Militar, o comandante geral da Polícia Militar do Pará, coronel Hilton Celson Benigno de Souza, nomeou nesta semana o coronel Mauro Sergio Marques Silva, que até então era o subcomandante do CPR-II – 2º Comando de Policiamento Regional –, em Marabá, para ficar à frente da força.

A cerimônia oficial de troca de comando está agendada para a próxima terça-feira, dia 17, mas nesta quarta-feira (11) o coronel Mauro Sérgio – que está na Polícia Militar do Estado do Pará desde 1.922 – já se reuniu com comandantes sob a jurisdição em que irá atuar para apresentar o modo que pretende atuar e se inteirar acerca das demandas locais, que já são conhecidas em grande parte por ele. Antes de assumir o cargo no qual estava até então ele atuava como comandante do 23ª Batalhão de Polícia Militar, em Parauapebas.

A partir da nomeação, o coronel Mauro Sergio passa comandar o 4° Batalhão de Polícia Militar, em Marabá e o 23° Batalhão de Polícia Militar, em Parauapebas, além da 11ª Companhia Independente de Polícia Militar de Rondon do Pará. Está prevista, ainda, a criação de mais um batalhão – este no Núcleo Cidade Nova, em Marabá -, além de duas companhias independentes em municípios vizinhos.

Dentro da jurisdição do CPR II estão os municípios de Abel Figueiredo, Bom Jesus do Tocantins, Brejo Grande do Araguaia, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado dos Carajás, Itupiranga, Marabá, Nova Ipixuna, Palestina do Pará, Parauapebas, Piçarra, Rondon do Pará, São Domingos do Araguaia, São Geraldo do Araguaia e São João do Araguaia.

O trabalho de Mauro Sergio deverá ser pautado na qualificação da tropa e no emprego dela a partir das estatísticas da inteligência da Polícia Militar nesta região, apontando os indicadores de onde ocorrem os crimes e em quais horários são mais frequentes. A partir disso, é possível espalhar a tropa de maneira a tentar evitar e coibir a criminalidade. A fórmula que vinha sendo aplicada deverá ser mantida, com algumas alterações de gestão. (Chagas Filho e Luciana Marschall)

 

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