Correio de Carajás

Cosanpa adia (de novo) fim do racionamento de água

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Os prazos que a Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) já deu para realizar obras na sua Estação de Captação de Água da Nova Marabá “entraram água”, ou melhor, não foram cumpridos. Primeiro foi para 21 de setembro, depois para este sábado, 30, e nesta sexta-feira, 29, depois de avaliar o andamento das obras, o presidente da Cosanpa, Cláudio Conde, esticou o prazo mais uma vez, prevendo que o fornecimento deve ser normalizado até quarta-feira, dia 4 de outubro.

Neste sábado, 30, o racionamento faz aniversário de um mês. A captação de água diretamente do rio era feita através de gravidade, o que gerava uma economia confortável para a Cosanpa com relação a gastos com bombas e energia elétrica. Com o nível do Rio Tocantins em situação crítica, o jeito foi apelar para bombas pela primeira vez na história. Acontece que o tempo de compra, vir de São Paulo, instalação do sistema tomou mais tempo que a própria concessionária previa, que era de 15 dias.

Na manhã desta sexta-feira, ao vistoriar as obras na Estação de Captação de Água, o presidente Cláudio Conde falou com a Imprensa e reconheceu que os prazos anteriores não foram cumpridos e tentou minimizar a situação. “Estamos trabalhando a todo vapor. Havia um equipamento que deveria ter chegado na última terça-feira, mas só chegou nesta sexta. Daqui a três ou quatro dias vamos solucionar o problema de vez. A bomba e o transformador de energia já estão instalados e agora vamos começar a montagem da parte hidráulica”, explicou.

Leia mais:

Paulo Barbosa, gerente da Cosanpa em Marabá, disse que tubulações estão sendo colocadas em até 40 metros dentro do rio para buscar água em lugares um pouco mais profundos. Todavia, ele espera que o nível do Tocantins não desça ainda mais, provocando novo racionamento.

Quanto mais demora o racionamento, maior a probabilidade de aumentar a inadimplência dos consumidores para com a Cosanpa. Aliás, a quantidade de imóveis com atraso no pagamento da tarifa é muito elevada em Marabá e chegou ao total de 15 mil domicílios em julho deste ano, conforme divulgado pela própria companhia. (Ulisses Pompeu e Josseli Carvalho)

Os prazos que a Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) já deu para realizar obras na sua Estação de Captação de Água da Nova Marabá “entraram água”, ou melhor, não foram cumpridos. Primeiro foi para 21 de setembro, depois para este sábado, 30, e nesta sexta-feira, 29, depois de avaliar o andamento das obras, o presidente da Cosanpa, Cláudio Conde, esticou o prazo mais uma vez, prevendo que o fornecimento deve ser normalizado até quarta-feira, dia 4 de outubro.

Neste sábado, 30, o racionamento faz aniversário de um mês. A captação de água diretamente do rio era feita através de gravidade, o que gerava uma economia confortável para a Cosanpa com relação a gastos com bombas e energia elétrica. Com o nível do Rio Tocantins em situação crítica, o jeito foi apelar para bombas pela primeira vez na história. Acontece que o tempo de compra, vir de São Paulo, instalação do sistema tomou mais tempo que a própria concessionária previa, que era de 15 dias.

Na manhã desta sexta-feira, ao vistoriar as obras na Estação de Captação de Água, o presidente Cláudio Conde falou com a Imprensa e reconheceu que os prazos anteriores não foram cumpridos e tentou minimizar a situação. “Estamos trabalhando a todo vapor. Havia um equipamento que deveria ter chegado na última terça-feira, mas só chegou nesta sexta. Daqui a três ou quatro dias vamos solucionar o problema de vez. A bomba e o transformador de energia já estão instalados e agora vamos começar a montagem da parte hidráulica”, explicou.

Paulo Barbosa, gerente da Cosanpa em Marabá, disse que tubulações estão sendo colocadas em até 40 metros dentro do rio para buscar água em lugares um pouco mais profundos. Todavia, ele espera que o nível do Tocantins não desça ainda mais, provocando novo racionamento.

Quanto mais demora o racionamento, maior a probabilidade de aumentar a inadimplência dos consumidores para com a Cosanpa. Aliás, a quantidade de imóveis com atraso no pagamento da tarifa é muito elevada em Marabá e chegou ao total de 15 mil domicílios em julho deste ano, conforme divulgado pela própria companhia. (Ulisses Pompeu e Josseli Carvalho)

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