Correio de Carajás

Comerciante Antônio Lara morre, aos 95 anos

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Está sendo velado desde a noite de ontem (15) no templo sede da Igreja Assembleia de Deus Madureira, na Av. Antônio Vilhena, Liberdade, o corpo de Antônio Pinto Lara, falecido nesta quarta-feira, aos 95 anos. Ele era um comerciante e produtor rural muito conhecido em Marabá, patriarca de família tradicional também no comércio varejista da cidade. Segundo amigos, Lara era um exemplo de honradez e vitalidade, tendo trabalhado ativamente a vida toda, até o último mês de outubro. Dirigiu o próprio carro até os 92 anos.

Antônio Pinto Lara era mineiro, da capital Belo Horizonte, e estava no Pará desde 1944, quando o seu tio Gumercindo o convidou para trabalhar com garimpo de diamantes. Aqui no estado casou com a cametaense Clara Coelho Lara, sua companheira de 60 anos de matrimônio. Além da viúva, deixa os filhos: Jânio Coelho Lara, Vera Lúcia Lara Barni, Maria Sueli Lara Costa, empresários; Ivete Coelho Lara (médica) e Marco Antônio Coelho Lara (advogado). O sexto filho, Edson Lara, era pecuarista e foi assassinado em Itupiranga quando era vereador no Município.

O primeiro paradeiro de seu Antônio no Pará foi Jacundá, cidade que deixou em definitivo quando esta foi inundada pelo lago da barragem de Tucuruí na década de 1980, mudando-se com a família para Marabá. Aqui, ele morava de frente à Praça da Bíblia, na Cidade Nova.

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“O meu pai trabalhou o tempo todo. Isso era dele. Sempre forte, resolvendo suas próprias coisas, comprando e vendendo, investindo. Era um empreendedor nato”, narra o filho Jânio, lembrando que o pai teve um AVC há quase 20 anos atrás.

Depois do AVC, Antônio Lara tinha limitações na perna esquerda e por vezes reclama de tonturas. Usava uma bengala para ajudar na movimentação. No último dia 15 de outubro ele levou uma queda em casa, sozinho e bateu a cabeça no chão, lhe causando várias lesões e um coágulo no cérebro. A idade não permitia uma cirurgia. Foram 15 dias de UTI na Climec e os últimos 15 dias ele estava em casa, junto à família. O Coração parou de funcionar ontem por volta das 14 horas.

ORGULHO DOS FILHOS

Um dos orgulhos de Antônio Lara era o fato de ter visto os seis filhos formados e encaminhados na vida. Estava presente em todas as inaugurações de lojas dos herdeiros que trabalham com comércio. Uma das filhas, Vera Lara Barni, foi condecorada como Empresária do Ano em Marabá, na terça-feira (14), no baile promovido pelo Sindicom.

Sem saber que aquela era a véspera do diz em que perderia o pai, Vera fez uma linda citação a seu Antônio em seu discurso ao receber a comenda, momento em que, inclusive se emocionou, recebendo os aplausos dos colegas empresários. Segundo ela, que é formada em Administração, o pai era a sua inspiração de vida, tendo herdado dele o gosto pelo comércio.

Outra filha, Sueli Lara da Costa, também já recebeu a comenda de Empresária do Ano, sendo uma das mulheres de negócio mais bem-sucedidas de Marabá, dona de rede de lojas em franquia, como O Boticário e Cacau Show. (Da Redação)

Está sendo velado desde a noite de ontem (15) no templo sede da Igreja Assembleia de Deus Madureira, na Av. Antônio Vilhena, Liberdade, o corpo de Antônio Pinto Lara, falecido nesta quarta-feira, aos 95 anos. Ele era um comerciante e produtor rural muito conhecido em Marabá, patriarca de família tradicional também no comércio varejista da cidade. Segundo amigos, Lara era um exemplo de honradez e vitalidade, tendo trabalhado ativamente a vida toda, até o último mês de outubro. Dirigiu o próprio carro até os 92 anos.

Antônio Pinto Lara era mineiro, da capital Belo Horizonte, e estava no Pará desde 1944, quando o seu tio Gumercindo o convidou para trabalhar com garimpo de diamantes. Aqui no estado casou com a cametaense Clara Coelho Lara, sua companheira de 60 anos de matrimônio. Além da viúva, deixa os filhos: Jânio Coelho Lara, Vera Lúcia Lara Barni, Maria Sueli Lara Costa, empresários; Ivete Coelho Lara (médica) e Marco Antônio Coelho Lara (advogado). O sexto filho, Edson Lara, era pecuarista e foi assassinado em Itupiranga quando era vereador no Município.

O primeiro paradeiro de seu Antônio no Pará foi Jacundá, cidade que deixou em definitivo quando esta foi inundada pelo lago da barragem de Tucuruí na década de 1980, mudando-se com a família para Marabá. Aqui, ele morava de frente à Praça da Bíblia, na Cidade Nova.

“O meu pai trabalhou o tempo todo. Isso era dele. Sempre forte, resolvendo suas próprias coisas, comprando e vendendo, investindo. Era um empreendedor nato”, narra o filho Jânio, lembrando que o pai teve um AVC há quase 20 anos atrás.

Depois do AVC, Antônio Lara tinha limitações na perna esquerda e por vezes reclama de tonturas. Usava uma bengala para ajudar na movimentação. No último dia 15 de outubro ele levou uma queda em casa, sozinho e bateu a cabeça no chão, lhe causando várias lesões e um coágulo no cérebro. A idade não permitia uma cirurgia. Foram 15 dias de UTI na Climec e os últimos 15 dias ele estava em casa, junto à família. O Coração parou de funcionar ontem por volta das 14 horas.

ORGULHO DOS FILHOS

Um dos orgulhos de Antônio Lara era o fato de ter visto os seis filhos formados e encaminhados na vida. Estava presente em todas as inaugurações de lojas dos herdeiros que trabalham com comércio. Uma das filhas, Vera Lara Barni, foi condecorada como Empresária do Ano em Marabá, na terça-feira (14), no baile promovido pelo Sindicom.

Sem saber que aquela era a véspera do diz em que perderia o pai, Vera fez uma linda citação a seu Antônio em seu discurso ao receber a comenda, momento em que, inclusive se emocionou, recebendo os aplausos dos colegas empresários. Segundo ela, que é formada em Administração, o pai era a sua inspiração de vida, tendo herdado dele o gosto pelo comércio.

Outra filha, Sueli Lara da Costa, também já recebeu a comenda de Empresária do Ano, sendo uma das mulheres de negócio mais bem-sucedidas de Marabá, dona de rede de lojas em franquia, como O Boticário e Cacau Show. (Da Redação)

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