Correio de Carajás

Cinegrafista agredido em Parauapebas busca justiça

Natanael de Souza Carvalho foi agredido em manifestação nesta terça-feira (7) (Imagem: Ronaldo Modesto)

MANIFESTAÇÃO

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Natanael de Souza Carvalho, de 32 anos, registrou boletim de ocorrência e aguarda por identificação do agressor

O operador de câmera Natanael de Souza Carvalho, de 32 anos, foi agredido durante manifestação popular nesta terça-feira (7) na frente de loja de departamentos localizada na PA-275, sentido centro, na altura do Bairro Paraíso, em Parauapebas. Ele participava da cobertura das manifestações em alusão ao Dia da Independência do Brasil, que tomaram o país e foram conduzidas por apoiadores do governo federal.

Natanael trabalha para um canal de televisão local e registrou boletim de ocorrência ainda na terça-feira, relatando que registrava imagens da manifestação quando avistou uma briga entre dois homens. Um terceiro homem, “conhecido como Eugênio”, segundo Natanael, tentava apartar a briga. A identificação oficial do agressor, contudo, ainda não foi determinada.

“No meio das imagens, surgiu uma briga e dois homens começaram a discutir, se empurrar e brigar. Nesse momento parei de gravar para me afastar. Depois que me afastei, voltei a gravar. De repente, um senhor veio pra cima de mim, me agredindo com tapas e puxando minha camisa, gritando para que eu apagasse as imagens”, descreve Natanael, dizendo não ter entendendo, em primeiro momento, a razão de ser agredido.

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Ele notou, dentão, que as agressões partiam da pessoa conhecida como Eugênio – que tentava apartar a briga – porque não queria ser filmada. O agressor só foi contido porque outros manifestantes defenderam Natanael enquanto membro de veículo de comunicação. “Ainda me falaram para ir embora porque ele [Eugênio] iria atrás de mim”, disse Natanael, contando que ficou sabendo de “fama de encrenqueiro” do agressor.

Natanael disse que não querer deixar a situação impune, temendo que colegas de profissão recebam o mesmo tratamento. “Poderia ser ‘outro eu’ sofrendo um ataque como esse lá na frente, entendeu? Ou até mesmo pior. Foi quando eu resolvi registrar o boletim, porque isso vai alertar as pessoas, que vão pensar duas vezes antes de agredir uma pessoa, da imprensa ou não. Vou prosseguir no processo”, relatou. (Juliano Corrêa – com informações de Ronaldo Modesto)

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