Correio de Carajás

Casa da Cultura de Marabá ganha prêmio nacional pela 3ª vez seguida

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Pelo terceiro ano consecutivo, a Fundação Casa da Cultura de Marabá (FCCM) é reconhecida com o Destaque em Saúde, Segurança e Meio Ambiente (SSMA), prêmio oferecido pela Vale aos prestadores de serviço que cumprem com as exigências de qualidade da mineradora. Liderança ativa, análise de riscos, treinamentos a colaboradores e outras atividades constituem o tripé avaliado. O título foi recebido em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, em evento promovido pela empresa multinacional a investidores e convidados.

De acordo com Marlon Prado, presidente da instituição desde abril, o prêmio representa conquista tanto dos servidores e estagiários da fundação quanto da sociedade local. “Digo isso porque o prêmio de saúde, segurança e meio ambiente projeta o nome de Marabá ao investimento estrangeiro. É mais uma oportunidade de afirmarmos a riqueza da nossa região”, enfatiza o gestor.

A Casa da Cultura presta serviços à Vale no campo da espeleologia (estudo da formação de cavernas) e da arqueologia (estudo de culturas antigas por meio de objetos materiais). “Então temos que seguir o que a empresa nos cobra, que é a excelência nas medidas [de saúde, segurança e meio ambiente]. Essa é uma exigência global da Vale”, pondera Prado.

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Anualmente, a multinacional avalia as prestadoras de serviço utilizando como parâmetro requisitos estabelecidos pelo comitê de gerenciamento da Vale. “A Vale trabalha com essas normas a título internacional. Nós somos auditados ano a ano para saber se como prestadores de serviço estamos seguindo as medidas. Graças a Deus, sempre figuramos nas primeiras posições quanto a isso”, manifesta ele.

Cabe pontuar que a Casa da Cultura se destaca como a única prestadora de serviço da Região Norte a conquistar o prêmio. “Nós somos uma instituição pública. Chegar a esse nível de reconhecimento não é fácil. Por isso desejamos que essa boa-nova seja divulgada, para que a população conheça o valoroso trabalho desenvolvido pela fundação. São anos de pesquisa pautados na segurança, na saúde e na preservação do meio ambiente”, sustenta Prado.

Entre os critérios de avaliação, está o atendimento ao plano de ação, o cumprimento das especificações técnicas, a resolução dos desvios, a não ocorrência de acidentes, o atendimento aos requisitos legais e a consistência dos dados reportados. “Nós trabalhamos muito para isso [vencer o prêmio] e é um retorno muito positivo para a população e para os colaboradores”, avalia o presidente.

Museu de Marabá simboliza um novo tempo

Equipamento dedicado à preservação da cultura e da história de Marabá, o Museu Municipal Francisco Coelho foi inaugurado no último dia 7 com a promessa de oferecer um ambiente interativo aos visitantes. Gerido pela Fundação Casa da Cultura, a proposta era fugir do padrão de museu que abriga coisas velhas.

“Nossa ideia era inovar e isso aconteceu. Contamos com um time de peso na escolha dos itens de exposição, o que garantiu um resultado de excelência. Mais uma vez agradecemos ao apoio da Vale, que foi indispensável na execução do projeto”, reconhece Prado.

Instalado no Palacete Augusto Dias, tombado como patrimônio histórico, o museu foi projetado por especialistas em diferentes áreas e agrega elementos da história centenária de Marabá. Ao mesmo tempo, a nova geografia do espaço proporciona ao visitante uma experiência tecnológica.

Museu Municipal Francisco Coelho agrega elementos da história centenária de Marabá

“O visitante pode atravessar um rio virtual e ter contato com o holograma de um indígena. Essa ligação entre o velho e o novo, itens históricos e aparelhos tecnológicos, é responsável por conferir o título de museu inovador ao Francisco Coelho”, argumenta ele.

O projeto de transformar o espaço em museu é antigo. Surgiu logo após a mudança da sede da Câmara Municipal para a Agrópolis do Incra, Núcleo Cidade Nova. As obras iniciaram há cerca de seis anos, mas acabaram sendo paralisadas em função de desalinhamento com a empresa vencedora da licitação na época.

Em 2017, a parceria com a Vale foi recuperada (a mineradora havia oferecido apoio antes), o que permitiu a continuidade do projeto, sob a gestão da Fundação Casa da Cultura de Marabá. O Ministério Público Estadual também contribuiu. (Da Redação)

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