Correio de Carajás

CABELO SECO: Colombiana e equatoriano chegam a Marabá para projeto comunitário

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Nesta semana, o projeto Rios de Encontro realiza sua terceira colaboração artística amazônica de 2017 com a jovem dançarina Claudia Geraldo, da Colômbia e o psicólogo Oscar Paredes, do Equador. Uma série de oficinas de trocas com artistas no projeto e conversas públicas com estudantes, movimentos sociais e nas mídias regionais encerra com uma grande festa cultural aberta à comunidade marabaense.

“Durante os últimos meses, vimos construindo uma Pororoca Mundial Solidária para preservar os Pedrais do Lourenção, em solidariedade com a Amazônia. Sabemos que hoje, jovens não respondem a gritos de urgência ou grandes alertas existenciais. Optamos, então, em expressões criativas, celebrando a beleza amazônica e liderança feminina que afirma raízes e sensibilidade ecológica”, diz Dan Baron, coordenador internacional do projeto Rios de Encontro.

Mais de 100 crianças e jovens lotaram o Cine Coruja na sexta-feira passada para curtir o filme “Moana: Aventuras do Mar”, parte da mesma construção da pororoca mundial solidária. “O desenho animado encantou nosso maior público infantil do ano”, avalia Rerivaldo Mendes, integrante da coordenação do Cine Coruja e coordenador do Rabetas Vídeos Coletivo. “Apresentamos um clip do curso de formação audiovisual juvenil e percebemos o grande potencial de nossa Casa dos Rios para acolher a nova geração. O grupo de teatro infantil da biblioteca Folhas da Vida dramatizou um poema antes do filme e estamos aprendendo como explorar nosso novo espaço”, diz o jovem.

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No último sábado, a Cia AfroMundi acolheu uma oficina de dança afro-colombiana em seu laboratório de pesquisa. “O corpo colombiano é muito mais solto e livre se comparado com o nosso. Mas em poucos minutos, estávamos curtindo a nova coreografia e trocando ideias que aprendemos da primeira residência de AfroRaiz. Este foco sobre identidade afirma algo autêntico, íntimo e antigo. Assim, envolvemos numa defesa de nós mesmos, enraizada e contemporânea”, ressalta Camylla Alves, fundadora da companhia AfroMundi.

Claudia Giraldo e Oscar Paredes adoraram a convivência. “Estamos viajando, com o mínimo para aprender trocando experiências. Fazemos parte de uma geração que quer defender a Amazônia e proteger o futuro com nossas ações. Adoro a prática criativa de perguntas sem respostas dirigidas ou pensamento único do Rios de Encontro. Esta prática aparece até no desenho das janelas e portas da Casa dos Rios, obras artísticas de segurança criativa em vez de grades de medo”, avalia a colombiana Claudia.

Os jovens artistas da Amazônia colombiana e equatoriana vão realizar conversas e demonstrações de dança hoje, terça-feira, e amanhã, quarta. Na quinta, realizarão entrevistas na rádio e na televisão, antes de apresentar suas danças amazônicas no Cine Coruja na sexta, às 19h30. Mais informação sobre o tema estão disponíveis com Manoela Souza (Whatsapp 91 98847-8021). Todos estão convidados.

Nesta semana, o projeto Rios de Encontro realiza sua terceira colaboração artística amazônica de 2017 com a jovem dançarina Claudia Geraldo, da Colômbia e o psicólogo Oscar Paredes, do Equador. Uma série de oficinas de trocas com artistas no projeto e conversas públicas com estudantes, movimentos sociais e nas mídias regionais encerra com uma grande festa cultural aberta à comunidade marabaense.

“Durante os últimos meses, vimos construindo uma Pororoca Mundial Solidária para preservar os Pedrais do Lourenção, em solidariedade com a Amazônia. Sabemos que hoje, jovens não respondem a gritos de urgência ou grandes alertas existenciais. Optamos, então, em expressões criativas, celebrando a beleza amazônica e liderança feminina que afirma raízes e sensibilidade ecológica”, diz Dan Baron, coordenador internacional do projeto Rios de Encontro.

Mais de 100 crianças e jovens lotaram o Cine Coruja na sexta-feira passada para curtir o filme “Moana: Aventuras do Mar”, parte da mesma construção da pororoca mundial solidária. “O desenho animado encantou nosso maior público infantil do ano”, avalia Rerivaldo Mendes, integrante da coordenação do Cine Coruja e coordenador do Rabetas Vídeos Coletivo. “Apresentamos um clip do curso de formação audiovisual juvenil e percebemos o grande potencial de nossa Casa dos Rios para acolher a nova geração. O grupo de teatro infantil da biblioteca Folhas da Vida dramatizou um poema antes do filme e estamos aprendendo como explorar nosso novo espaço”, diz o jovem.

No último sábado, a Cia AfroMundi acolheu uma oficina de dança afro-colombiana em seu laboratório de pesquisa. “O corpo colombiano é muito mais solto e livre se comparado com o nosso. Mas em poucos minutos, estávamos curtindo a nova coreografia e trocando ideias que aprendemos da primeira residência de AfroRaiz. Este foco sobre identidade afirma algo autêntico, íntimo e antigo. Assim, envolvemos numa defesa de nós mesmos, enraizada e contemporânea”, ressalta Camylla Alves, fundadora da companhia AfroMundi.

Claudia Giraldo e Oscar Paredes adoraram a convivência. “Estamos viajando, com o mínimo para aprender trocando experiências. Fazemos parte de uma geração que quer defender a Amazônia e proteger o futuro com nossas ações. Adoro a prática criativa de perguntas sem respostas dirigidas ou pensamento único do Rios de Encontro. Esta prática aparece até no desenho das janelas e portas da Casa dos Rios, obras artísticas de segurança criativa em vez de grades de medo”, avalia a colombiana Claudia.

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