CRÔNICA OURIÇO CHEIO: Faltaram bromélias no túmulo da minha tia-avó
* Ulisses Pompeu Minha tia-avó quando estava para morrer, velha e bem queimada de sol, caducava pela terra que tinha. E como era uma criatura nascida e criada no beiradão do Itacaiunas, viveu entre o verão seco e o inverno muito chuvoso numa pequena propriedade herdada acima da Cachoeira Preta. Por último, já perto de […]
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